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Educação

“O professor precisa deixar o aluno ser protagonista do seu processo de aprendizado”

Paula Barjona, professora e coordenadora de abordagens de ensino-aprendizagem da Coree International School, destaca que educar também é aprender

22/10/2021 - 16h37 - Atualizada em: 26/10/2021 - 08h27

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Estúdio
Por Estúdio NSC
Coree International School
Segundo professora, aluno deve ser protagonista do aprendizado.
(Foto: )

Sem dúvida, existem diversos professores por trás da excelência de profissionais mundo afora. Educar vai muito além de explicar o conteúdo da disciplina proposta. Educar exige inovação, empatia, criatividade e engajamento. Na Coree International School, todos esses ingredientes fazem parte dos professores que buscam, diariamente na escola, preparar os estudantes para atuarem em profissões que talvez ainda não existam.

Os desafios são muitos, mas como prepará-los para um futuro incerto e cada vez mais competitivo? Para a Coree, o mundo está muito dinâmico e as pessoas devem estar prontas para atuar frente às constantes mudanças.

— Cada vez mais precisamos nos reinventar e aprender coisas novas. Portanto, aprender a aprender talvez seja a habilidade mais valiosa que se possa levar da escola para a vida. Os que souberem ir em busca de informações, os que tiverem pensamento crítico, são os que conquistarão a vida profissional que almejam. E o papel da escola está em ensinar aos estudantes a serem aprendizes por toda a vida — destaca Paula Barjona, professora e coordenadora de abordagens de ensino-aprendizagem.

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Segundo Paula, o professor precisa deixar o aluno ser ator do seu processo de aprendizado, colocando-o no centro do processo.

— Isso nem sempre é muito fácil, pois é preciso ter coragem para abrir mão do seu “poder” sobre o conhecimento e deixar que os estudantes busquem e tragam o conhecimento para dentro da sala de aula — completa Paula.

Andando pela escola e conhecendo os professores é possível perceber que eles estão abertos às perguntas para as quais nem sempre estão preparados para responder. Nessa busca pelo próprio conhecimento, os estudantes trazem novidades para sala de aula e, assim, o professor deixa de ser o único transmissor de conhecimento.

As habilidades dos professores durante a pandemia

A pandemia levou todos para um ambiente virtual e a Coree se reinventou de uma forma ágil, sem perder a qualidade. Com a necessidade de as aulas ocorrerem de forma on-line, os professores tiveram que pensar em formas de engajamento para que os alunos mantivessem o foco nos estudos. — Vivemos em busca de novas metodologias e estratégias de ensino para engajarmos nossos alunos e torná-los protagonistas do seu processo de aprendizado. Fazemos uso das tecnologias - e esse já foi um diferencial ao rodarmos nossas aulas on-line logo depois que começou a pandemia - e implementamos estratégias de gamificação em algumas de nossas aulas. Os alunos adoram — conta Paula.

Uma outra necessidade para a qual a Coree International School ficou atenta após o período de aulas remotas foi o desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes. A pandemia deixou algumas marcas em muitas pessoas e os alunos fazem parte deste processo. Nesse sentido, a escola entendeu que eles precisam de apoio para se reorganizarem emocionalmente.

Para isso, a Coree firmou parceria com a EDUCA 21, que oferece um programa completo aos pais para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Além disso, a escola

está fortalecendo o setor de aconselhamento e mantém duas psicólogas educacionais que oferecem apoio a toda comunidade escolar por meio da escola parental.

— Sem dúvida os professores precisaram se reinventar sem perder o olhar empático para os alunos. Quando os alunos dão os sinais de suas habilidades e protagonismo, entendemos que estamos cumprindo o nosso papel — finaliza Paula.

Acesse o site da Coree International School e saiba tudo sobre a educação trilíngue.

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