O Brasil já ultrapassou a marca de 80 casos confirmados de Mpox, segundo dados atualizados do Ministério da Saúde e de secretarias estaduais. Apesar do crescimento nos registros, o cenário atual não apresenta quadros graves ou óbitos decorrentes da doença.
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O estado de São Paulo é o epicentro da infecção no território nacional, concentrando 62 confirmações. O ranking segue com Rio de Janeiro (15), Rondônia (4), Minas Gerais (3), Rio Grande do Sul (2), Paraná e Distrito Federal.
O que é a Mpox e como ocorre a transmissão?
A Mpox é uma zoonose viral, o que significa que o vírus pode circular entre animais e seres humanos. A mudança do nome (anteriormente chamada de “varíola dos macacos”) ocorreu porque, embora identificada inicialmente em primatas em 1958, sabe-se hoje que o vírus infecta diversos mamíferos, como roedores e até cães domésticos.
As formas de contágio da Mpox exigem atenção redobrada ao contato interpessoal e à higiene de objetos compartilhados. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, a transmissão ocorre predominantemente por via direta, mas o vírus também possui uma resistência que permite a infecção por meio de superfícies.
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Além disso, a exposição próxima e prolongada a gotículas respiratórias é um fator determinante, o que coloca profissionais da saúde, familiares e parceiros íntimos em uma zona de maior vulnerabilidade. Para prevenir a disseminação da doença, é essencial compreender como o vírus se comporta em diferentes cenários:
- Pessoa a pessoa: O contato com as lesões de pele (feridas) ou fluidos corporais de um paciente doente é a via mais comum.
- Via respiratória: A inalação de gotículas requer proximidade física e tempo de exposição prolongado entre o infectado e as pessoas ao redor.
- Objetos contaminados (Fômites): O vírus pode sobreviver em tecidos e superfícies. Utensílios de cozinha, pratos, toalhas, roupas de cama e vestimentas que tiveram contato com o paciente representam risco de infecção.
*Sob supervisão de Pablo Brito
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