Uma batida envolvendo três veículos na madrugada desta quarta-feira (16) deixou cinco mortos na BR-153, em Porangatu, no Norte de Goiás. O acidente incluiu um caminhão, um micro-ônibus e um ônibus, no Km 2 da rodovia. De acordo com o Corpo de Bombeiros, há pessoas presas às ferragens e o resgate ainda está em andamento. As informações são do g1.
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a batida envolveu dois dos quatro ônibus que transportavam estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA). Eles estavam a caminho de Goiânia, onde participaram do Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), marcado para esta quarta-feira na Universidade Federal de Goiás.
Informações preliminares da PRF dizem que a carreta invadiu a contramão e bateu de frente com o primeiro ônibus do comboio, que transportava 25 alunos, dois motoristas e um orientador. Somente a perícia poderá confirmar as circunstâncias da batida.
Ainda não se sabe a identidade das vítimas, mas são eles, conforme a PRF:
- Motorista do micro-ônibus atingido;
- Três estudantes;
- Motorista da carreta.
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O passageiro do caminhão, de acordo com os policias, foi socorrido com ferimentos graves. Um segundo ônibus também foi atingido, mas nenhum passageiro ficou ferido.
A concessionária responsável pela via, a Ecovias Araguaia, informou que as equipes estão encaminhando as vítimas para o Hospital Municipal Henrique Santilo, Porangatu, e para o Hospital Municipal de Alvorada, no Tocantins. Também estão no local o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Técnico-Científica.
O trecho da BR-153 ficou totalmente interditado das 4h30min até as 9h, quando foi liberado.
Governador lamenta mortes
Daniel Vilela, governador em exercício do Estado de Goiás, lamentou as mortes e manifestou solidariedade às famílias das vítimas. Ele adicionou também que o governo está à disposição das autoridades do Pará para prestar a assistência necessária.
“Manifesto minha solidariedade às famílias e amigos das vítimas — jovens e profissionais cujas vidas foram tragicamente interrompidas de forma tão precoce. Que encontrem amparo neste momento de profunda dor”, diz o texto.
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*Sob supervisão de Luana Amorim
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