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Barra da Tijuca

O que se sabe sobre o caso de Bruno Krupp, modelo preso por morte de adolescente no RJ

Jovem de 16 anos foi atropelado no fim de semana e não resistiu aos ferimentos

03/08/2022 - 16h38 - Atualizada em: 03/08/2022 - 16h56

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Redação
Por Redação Hora
Bruno Krupp
Bruno foi encontrado em um hospital no Méier e ficará sob custódia até ser liberado pelos médicos
(Foto: )

O modelo e influenciador Bruno Krupp foi preso na manhã desta quarta-feira (3), após a morte do adolescente João Gabriel Cardim Guimarães, que ocorreu no último sábado (30), no Rio de Janeiro. 

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Segundo o g1 RJ, Bruno foi encontrado em um hospital no Méier, na Zona Norte da cidade, e ficará sob custódia na unidade de saúde até ser liberado pelos médicos. De acordo com apuração feita pela TV Globo, o modelo passaria por uma cirurgia na clavícula.

Um mandado de prisão foi expedido contra o modelo pela Justiça do Rio de Janeiro, que responde por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

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De acordo com o g1 RJ, em um vídeo obtido pela TV Globo e gravado dentro do hospital, Bruno Krupp disse nesta quarta-feira (3) que o atropelamento foi um acidente e que ele nada fez de errado.

— Eu fui levado de ambulância, eu não fugi do hospital, não fugi dos médicos. Eu estava morrendo no hospital, os empregados me tratando mal no hospital, batendo com a maca no corredor, me chamando de assassino, como se eu tivesse feito alguma coisa errada. Eu não bebi, eu não usei droga, foi um acidente, gente! — relatou Bruno no vídeo, segundo o g1. 

Entenda o caso 

Na noite do último sábado, por volta das 23h, Bruno Krupp atropelou um adolescente na orla da Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o g1 RJ, a vítima do atropelamento é um jovem de 16 anos que morreu horas depois. Segundo a Polícia Civil, Bruno estava de moto e não tem carteira de habilitação. 

O adolescente atropelado teve uma perna amputada na hora e foi socorrido, chegou a passar por uma cirurgia no Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas não resistiu.

De acordo com o g1 RJ, a brutalidade do atropelamento causou espanto de quem testemunhou o acidente. Em depoimento, um policial militar contou que a perna esquerda do estudante foi amputada na hora do impacto e parou 50 metros à frente do acidente, no gramado entre o calçadão da orla da Barra da Tijuca e a areia da praia. 

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