Relatos de objetos flutuantes presos em galhos ao longo da correnteza e presença de odores fortes orientaram novas áreas de busca pela menina de 9 anos desaparecida no Rio Chapecozinho, no interior de Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina.
Continua depois da publicidade
Segundo atualização divulgada pelo 14º Batalhão de Bombeiros Militar, as informações foram repassadas por familiares e moradores, analisadas e filtradas pelas equipes para o mapeamento de pontos específicos ao longo do curso do rio.
No período da manhã desta terça-feira (6), as buscas contaram com o uso de um drone da Defesa Civil de Xanxerê, além de sobrevoo com o helicóptero do SAER da Polícia Civil, com apoio de equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) em solo.
Já no período da tarde, outra equipe atuou com drone do CBMSC e o binômio de busca, percorrendo o trecho do rio entre os municípios de Entre Rios e Marema. Apesar dos esforços, nenhum novo vestígio foi localizado, e as áreas vistoriadas foram consideradas descartadas.
De acordo com o CBMSC, os trabalhos serão retomados nesta terça-feira (7), pois dependem de boas condições de visibilidade. A corporação destaca que a correnteza é forte e que a mata ciliar apresenta elevada densidade, o que dificulta as buscas.
Continua depois da publicidade
As buscas pela criança seguem desde o dia 1º de janeiro. Na sexta-feira (3), foi localizado o corpo de Patrícia Sechini, de 33 anos, mãe da criança. Ela foi encontrada presa em uma das margens do Rio Chapecozinho, em um local de difícil acesso, a cerca de 10 quilômetros do ponto onde ocorreu o acidente. A localização contou com o apoio do SAER da Polícia Civil, durante as buscas realizadas pelo CBMSC.




