Uma das principais estruturas de saúde do Oeste catarinense está passando por melhorias. O Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó, iniciou em fevereiro a obra de modernização do telhado, com investimento de R$ 3,6 milhões.

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A intervenção prevê a substituição de aproximadamente 5,6 mil metros quadrados da cobertura da unidade. A iniciativa integra um conjunto de ações do Governo de Santa Catarina voltadas à qualificação da assistência em saúde na região.

Durante visita técnica ao hospital, o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi, destacou que a obra atende a uma demanda antiga.

— Estivemos no hospital acompanhando o andamento das obras do pronto-atendimento e da cobertura. São pleitos históricos que agora recebem atenção do Estado. Além disso, seguimos ampliando leitos de UTI e fortalecendo os atendimentos em parceria com os municípios, o que aumenta a capacidade de atendimento em todo o Grande Oeste — afirmou.

O telhado original do hospital estava em uso há mais de 40 anos e havia passado apenas por manutenções pontuais ao longo do tempo. Com o desgaste da estrutura, a substituição completa se tornou necessária para garantir mais segurança e durabilidade.

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A nova cobertura será feita com telhas metálicas zipadas, instaladas sobre a estrutura existente, que já conta com manta asfáltica. O sistema é considerado mais moderno e eficiente, com maior vedação contra infiltrações, menor necessidade de manutenção e vida útil estimada entre 25 e 30 anos.

De acordo com o superintendente administrativo-financeiro do HRO, Rodrigo Dalfovo, a obra também deve refletir na qualidade do atendimento.

— A substituição da cobertura traz mais segurança, conforto térmico e eficiência para o funcionamento da unidade, além de reduzir custos futuros com manutenção — explicou.

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Referência para mais de 130 municípios e cerca de 1,5 milhão de pessoas, o Hospital Regional do Oeste é uma unidade da Secretaria de Estado da Saúde, gerida pela Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira.

A previsão é de que a obra seja concluída em até quatro meses.