Uma ossada humana, localizada em 2011 em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, teve a identidade desvendada após mais de uma década. A descoberta só foi possível através do Banco de Perfis Genéticos da Polícia Científica de Santa Catarina.

Continua depois da publicidade

As equipes da Polícia Científica foram acionadas em julho de 2011 para um antendimento na localidade do Morro das Três Voltas, onde o corpo foi encontrado em avançado estado de decomposição. Por conta disso, não foi possível identificar a vítima naquele momento.

A ossada foi recolhida, exames foram realizados e o perfil genético foi incluído no banco de dados, que integra o programa PCI Conecta, voltado à localização de pessoas desaparecidas e à identificação de indivíduos de identidade desconhecida.

Um filho que buscava o pai desaparecido fez a doação de uma amostra de DNA, o que possilitou a identificação após o cruzamento dos dados. A perita Patrícia Cardoso Monteiro, responsável pelos programas institucionais da Polícia Científica de Santa Catarina, destaca a importância de famílias de pessoas desaparecidas realizarem a coleta de DNA.

— É importante que os familiares de pessoas desaparecidas procurem a Polícia Científica para a coleta de DNA, ampliando as chances de identificação de pessoas ainda não identificadas A coleta é gratuita, indolor e pode ser agendada no site oficial da PCISC. O Programa PCI Conecta é uma ferramenta essencial para ampliar as chances de encontro, mesmo após muitos anos de uma pessoa estar desaparecida — afirma.

Continua depois da publicidade