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PM dá dicas de segurança para turistas que não conhecem os bairros de Florianópolis

Confira orientações para evitar locais perigosos e sobre como agir se entrar, por engano, nesses lugares

10/01/2020 - 20h42 - Atualizada em: 10/01/2020 - 21h45

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Clarissa
Por Clarissa Battistella
Exemplo de rota em Florianópolis
Exemplo de rota em Florianópolis
(Foto: )

O episódio do desaparecimento e assassinato de um turista gaúcho em Florianópolis, no último domingo (5), depois de ser rendido por traficantes ao entrar na comunidade do Siri, nos Ingleses, traz à tona uma preocupação aos viajantes que têm a Ilha de Santa Catarina como principal destino das férias: há ruas ou bairros que se recomenda evitar?

Comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar de Santa Catarina, tenente-coronel Dhiogo Cidral de Lima afirma que a Capital catarinense é considerada uma das mais seguras do país e que, via de regra, é possível trafegar por qualquer rua, independente do bairro.

Mesmo assim, alguns cuidados importantes devem ser observados, especialmente por quem não conhece a cidade.

— O crime é oportunizado em locais ermos, sem muita população. Por isso, orientamos seguir sempre pelas vias principais, mesmo que não sejam as mais rápidas. O horário avançado também demanda mais cuidado — aconselha.

Com auxílio dos aplicativos de trânsito considerados confiáveis, como Waze ou Google Maps, é possível escolher a rota e compartilhar ela com familiares ou outros usuários, de modo que outras pessoas acompanhem o percurso. Mas antes de tudo, segundo Lima, o ideal é conferir o caminho indicado, por onde vai passar e quais são as recomendações da área.

— É sempre bom perceber se o local para onde a pessoa está indo tem comércios ou postos de polícia. São dois indicativos de que há movimento e maior segurança — diz.

Outras orientações também foram compartilhadas pelo comandante da PM.

Leia também: Litoral de Santa Catarina tem 46 praias com pontos impróprios para banho; saiba quais são

Cheguei a um local perigoso, como agir?

Uma via que se pega errado já é o suficiente para que todo o trajeto seja modificado. E não é difícil se deparar com uma comunidade onde pessoas vão olhar cuidadosamente para dentro do veículo ou com em um bairro cheio de ruas estreitas ou com aparência perigosa. Em locais como esses, o tenente-coronel Dhiogo Cidral de Lima orienta manter a calma.

— Acender a luz dentro do carro, para que as pessoas da comunidade possam ver quem está dentro, manter as mãos a vista, sobre o volante se estiver dirigindo e não acelerar — recomenda.

Se perceber que está indo para um local que pode gerar insegurança, o ideal é fazer o retorno e não arriscar.

Veículos de aplicativo

Confiáveis, os aplicativos de transporte oferecem aos usuários uma série de informações sobre os motoristas acionados para realizar a viagem. Muitas vezes, os condutores conhecem as rotas por transitar com frequência pela região. Outras vezes, no entanto, nem mesmo os profissionais conhecem os endereços indicados.

Para os usuários, a dica é averiguar a rota antes de seguir viagem e combinar com o motorista o local por onde prefere ir. Mas, se no meio do caminho, ainda houver desconfiança em relação ao condutor ou ao local, outra alternativa é oferecida em Santa Catarina, ainda segundo o comandante do 4º Batalhão da PMSC:

— Temos aplicativo com um botão que serve para acionar a polícia, sem precisar telefonar, e que informam imediatamente a localização às centrais de polícia.

Veja as dicas de segurança da PM

— Sempre andar pelas vias principais.

— Evitar os caminhos mais rápidos sugeridos pelos aplicativos, pois vão encaminhar por vias paralelas.

— Conferir se o mapa indicado está atualizado.

— Averiguar no mapa as zonas de risco indicadas.

— Conferir as recomendações sobre a região por onde vai passar.

— Realizar consulta prévia no GPS e certificar que não há locais ermos na rota.

— Compartilhar a rota com familiares e outros usuários.

— Evitar ruas mais estreitas, especialmente dentro de comunidades, e locais ermos.

— Seguir vias onde existam comércios ativos e postos policiais.

— Desviar os morros (por não conhecer a geografia).

— Evitar andar por locais desconhecidos em horários mais avançados (noite/madrugada).

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