O incêndio que destruiu uma réplica da Estátua da Liberdade da rede de lojas Havan, em São Paulo, foi criminoso, conforme parecer da Polícia Civil nesta sexta-feira (3). A ação ocorreu na manhã da última terça-feira (31), em uma unidade da rede em São Carlos, no interior do Estado.

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De acordo com o portal G1, o delegado responsável pelo caso analisa imagens das câmeras de segurança que mostram dois carros próximos à estátua, que fica às margens da Rodovia Washington Luís. Até o momento, ninguém foi preso.

Nas redes sociais, o dono da Havan, Luciano Hang, publicou vídeo após o ato afirmando que se tratou de "terrorismo" e "um ataque à democracia". Hang é conhecido por ser um dos principais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

– Fomos vítimas de terrorismo, isso mesmo. Tocaram fogo na nossa Estátua da Liberdade, querem nos calar. Não têm propostas, não têm argumentos e aí partem para a ignorância, para o ataque físico, para colocar fogo na propriedade privada – afirmou.

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