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    Polícia prende suspeito de armazenar pornografia infantil em Blumenau 

    Operação que mira suspeitos de crimes de abuso e exploração sexual ocorre em todo o Estado

    18/02/2020 - 07h18 - Atualizada em: 18/02/2020 - 07h30

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    Bianca
    Por Bianca Bertoli
    Morador de Blumenau foi preso em casa e o computador dele foi apreendido
    Morador de Blumenau foi preso em casa e o computador dele foi apreendido
    (Foto: )

    Um homem foi preso em Blumenau por armazenar e compartilhar conteúdo pornográfico infantojuvenil. A ação da Polícia Civil faz parte da Operação "Luz na Infância 6", que cumpre 16 mandados de busca e apreensão no Estado na manhã desta terça-feira (18).

    Conforme o delegado de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente, David Sarraff, durante o cumprimento do mandado de busca na casa do suspeito ficou constatado o crime. Por isso, ele foi detido em flagrante. Sarraff não informou o bairro e a idade do morador de Blumenau.

    Deflagrada nesta terça em todo o país, a 6ª fase da Operação "Luz na Infância" é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MSP)e mira suspeitos de crimes de abuso e exploração sexual praticados na internet contra crianças e adolescentes.

    A Polícia Civil ainda não divulgou quais cidades catarinenses estão envolvidas na ação. No total, foram expedidos 122 mandados de busca e apreensão em 12 estados brasileiros e em mais quatro países: Colômbia, Estados Unidos, Paraguai e Panamá.

    De acordo com a Polícia Civil de SC, os mandados que estão sendo cumpridos no Estado têm base em informações coletadas em ambientes virtuais com indícios suficientes de autoria e materialidade dos crimes. Mais detalhes sobre a operação devem ser repassados em coletiva de imprensa marcada para as 10h desta terça, na Delegacia Geral da Polícia Civil, em Florianópolis.

    Na última fase da força-tarefa, realizada em setembro do ano passado, seis pessoas foram presas em Santa Catarina por crimes ligados à exploração sexual de crianças e adolescentes, cinco delas e flagrante - no país, foram 51 presos. Desde a 1ª fase da operação, deflagrada em outubro de 2017, foram cerca de 600 presos.

    A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

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