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    Pontes Pedro Ivo e Colombo Salles: recuperação dos blocos estruturais começa em junho

    A ordem de serviço foi assinada digitalmente nesta sexta pelo secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE), Thiago Vieira

    29/05/2020 - 13h02 - Atualizada em: 29/05/2020 - 14h06

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    Éder
    Por Éder Kurz
    Ponte Colombo Salles e Pedri Ivo Campos, em Florianópolis
    Blocos das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, em Florianópolis, passarão por obras de recuperação
    (Foto: )

    Após laudo apontar que blocos estruturais das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles, em Florianópolis, precisam de recuperação urgente, o governo de Santa Catarina confirmou nesta sexta-feira (29) que as obras começam no dia 1° de junho. A ordem de serviço foi assinada digitalmente pelo secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE), Thiago Vieira, nesta sexta.

    Segundo o governo de SC, a empresa portuguesa Teixeira Duarte, responsável pelas obras, fará os serviços simultaneamente em dois blocos. O prazo para conclusão é de 180 dias. O valor do contrato é de R$ 6.984.146,89.

    - Desde que foram inauguradas, a Colombo Salles há 45 anos e a Pedro Ivo há 29 anos, as pontes nunca tinham recebido manutenção estrutural. A primeira ação neste sentido começou em fevereiro de 2019, nesta gestão, e segue em andamento. Porém, a manutenção que está sendo realizada nas estruturas não contempla a recuperação destes seis blocos que foram apontadas em estudo concluído no início deste ano. Por isso, a necessidade de fazer a recuperação emergencial - explica o secretário da Infraestrutura, Thiago Vieira.

    No dia 15 de maio, o colunista da NSC Renato Igor revelou que um laudo apontou que blocos submersos das pontes Pedro Ivo e Colombo Salles precisavam ser reforçados urgentemente. Além disso, destacou que o governo de SC iria contratar uma empresa com dispensa de licitação para realizar o serviço.

    O laudo, produzido pela empresa RMG Engenharia e entregue em fevereiro à Secretaria Estadual de Infraestrutura, apontou desplacamento do concreto, corrosão, armaduras expostas e em processo de corrosão, e armaduras rompidas.

    Em entrevista à NSC TV na mesma data, Vieira disse que situação das pontes não oferece risco à segurança dos usuários, mas reconheceu que a recuperação das estruturas é urgente.

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