Santa Catarina tem pelo menos oito pré-candidatos ao Senado nas Eleições 2026. Duas vagas estão em disputa nas urnas em outubro. Os dois eleitos vão se juntar ao senador Jorge Seif (PL), que tem mandato até 2030.

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A primeira chapa a definir os nomes, ainda no início do ano, foi o PL, que terá o governador Jorginho Mello como candidato à reeleição. Após meses de rachas e duelos internos, o partido escolheu dois nomes do próprio partido para buscar as duas vagas ao Senado. Carlos Bolsonaro, o filho 02 do ex-presidente Jair Bolsonaro, mudou o domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para São José e será candidato por SC. A outra vaga ficou com a deputada federal Carol de Toni (PL), que venceu uma queda de braço entre partidos aliados e também será candidata ao Senado.

A chapa do rival de Jorginho Mello na corrida pelo governo de SC, o ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues (PSD), definiu nesta semana quem será a dupla de candidatos ao Senado. A primeira vaga será do atual senador Esperidião Amin (PP). Sem espaço para buscar a reeleição na aliança de Jorginho Mello, Amin se aproximou de João Rodrigues e deve tentar renovar o mandato na chapa do ex-prefeito de Chapecó.

Quem são os pré-candidatos ao Senado por SC em 2026

O companheiro dele na chapa ao Senado foi anunciado esta semana. O deputado estadual Antídio Lunelli (MDB) aceitou o convite do partido e confirmou a pré-candidatura ao Senado. Ele será a segunda indicação na chapa dos emedebistas, que também devem ter o deputado federal Carlos Chiodini (MDB) como candidato a vice-governador.

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A candidatura dos partidos da frente de esquerda, encabeçada por Gelson Merisio (PSB), também tem nomes definidos na corrida ao Senado. O ex-presidente do Sebrae Décio Lima (PT) e o vereador de Florianópolis Afrânio Boppré (PSOL) serão os nomes do campo progressista para tentar surpreender e assegurar uma vaga ao Senado, algo que os partidos de esquerda não conseguem desde a vitória de Ideli Salvatti (PT), em 2002.