Em apenas cinco meses, de janeiro a maio deste ano, o preço médio do litro da gasolina comum aumentou R$ 0,69 em Joinville. Totalizando um acréscimo de 13,6%. Atualmente, o valor médio na cidade é de R$ 5,74. No início do ano, o valor era de R$ 5,17.

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De acordo com dados do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o menor preço do litro da gasolina comum em Joinville é R$ 5,29, já o maior chega a R$ 5,89. Em janeiro, era de R$ 4,97 e R$ 5,19, respectivamente. 

Gráfico mostra variação de preços dos combustíveis em Joinville (Fonte: Procon)

O custo também é mais alto se comparado com os números de abril, quando a média era de R$ 5,53. 

O cenário é parecido com a gasolina aditivada. Entre janeiro e maio, a diferença de valor médio é de R$ 0,70. Atualmente, o litro mais caro na cidade é R$ 6,28. No primeiro mês do ano, era de R$ 5,68, uma diferença de R$ 0,60. 

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Entre abril e maio, apenas dois combustíveis tiveram reduções de preços médios em Joinville. O diesel foi de R$ 5,76 para R$ 5,62 (-2,45%); e o GNV se manteve com o mesmo custo (-0,02%). 

Diferença de preço para cidades do Norte de SC

A diferença de preço no litro da gasolina em Joinville e em outros municípios da região Norte de Santa Catarina tem chamado a atenção de moradores da cidade. A variação chega a ser de até R$ 0,81 conforme a localização. 

Em Joinville, o preço médio da gasolina comum está entre R$ 5,74 a R$ 5,79. Uma diferença de quase R$ 0,30 se comparado com uma pesquisa do Procon divulgada em 14 de abril, quando o litro custava R$ 5,53. 

Em Jaraguá do Sul, o preço médio do litro está R$ 5. Guaramirim, há postos com R$ 4,98, incluindo a aditivada. 

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Também na região Norte, postos de combustíveis em Barra Velha cobram o litro por R$ 5,39, R$ 0,40 mais barato que em Joinville. A diferença tem incomodado os motoristas.

O que diz o Sindpetro

Procurado pela NSC, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindpetro) diz que qualquer alteração nos preços está condicionada ao repasse das cadeias anteriores, portanto, os postos não são responsáveis pelos reajustes ou reflexos dos anúncios governamentais e impostos. 

Ainda conforme o sindicato, o preço varia por diversos motivos, como constantes reajustes constantes de impostos, preço do barril de petróleo internacional, política externa, preço do etanol.

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