Um projeto imobiliário com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em cerca de R$ 2 bilhões está sendo estruturado para o Sul de Santa Catarina. O empreendimento, que ainda não teve município nem nome divulgados, terá área superior a 2 milhões de metros quadrados e será desenvolvido em fases.

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Segundo a Terra Prime Capital, responsável pelo empreendimento, a proposta prevê um projeto de uso misto, integrando áreas residenciais, comércio, serviços, mobilidade e convivência. O masterplan conceitual foi desenvolvido por um escritório de urbanismo reconhecido nacionalmente.

Estratégia aposta em valorização antes da incorporação

A Terra Prime afirma atuar na fase inicial do desenvolvimento imobiliário, com foco na aquisição estratégica de terrenos e estruturação de projetos antes da incorporação.

“A maior parte dos investidores entra quando o ativo já passou pelas etapas mais relevantes de valorização. Nosso papel é estruturar o acesso a uma fase anterior, onde o potencial de ganho é maior, mas exige inteligência na escolha do território, estrutura jurídica e capacidade de execução”, afirma Fernando Kennedy, sócio e CEO da Terra Prime Capital.

Fernando Kennedy afirma que estratégia busca atuar antes das etapas tradicionais de valorização imobiliária (Foto: Camila Carniel, Divulgação)

Segundo a empresa, o modelo de investimento utilizado é por meio de Sociedades em Conta de Participação (SCP), com aporte mínimo de R$ 350 mil para investidores.

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Projeto de R$ 2 bilhões prevê nova centralidade regional

De acordo com a empresa, o projeto está inserido em uma região de forte crescimento econômico e área de influência superior a 400 mil habitantes, além de possuir capacidade de atrair novos negócios, empresas e investimentos privados para o Sul catarinense.

A Terra Prime também afirma que a proposta prevê criação de nova centralidade urbana e econômica regional, com desenvolvimento planejado em etapas e visão de longo prazo.

“A lógica do crescimento imobiliário no Brasil está mudando. Não se trata mais apenas de grandes capitais, mas de regiões com fundamentos sólidos, capacidade de expansão e qualidade de vida. É onde o capital começa a enxergar valor antes da consolidação”, afirma Kennedy. 

O empreendimento ainda prevê forte componente ambiental, com áreas verdes e soluções modernas de drenagem e infraestrutura urbana, conforme a empresa.

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