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    Quais são as expectativas e os desafios do mercado de trabalho para depois da pandemia? 

    A pandemia de Covid-19 vem obrigando a empresas e trabalhadores a repensarem maneiras de responder às novas necessidades do mercado. Saiba como se tornar um profissional desejado pelas empresas 

    18/08/2020 - 15h10 - Atualizada em: 18/08/2020 - 15h13

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    Estúdio
    Por Estúdio NSC
    Quais são as expectativas e desafios do mercado de trabalho para depois da pandemia?
    (Foto: )

    Desde o surgimento do primeiro caso de coronavírus, muita coisa mudou. Na economia, o vírus afetou empregos, causou redução de salários, atacou produção industrial, o comércio e os serviços. Especialistas acreditam que passaremos pela maior crise na geração e manutenção de empregos desde a Primeira Guerra Mundial, e o Fundo Monetário Internacional (FMI) denominou a recessão de “grande confinamento”.

    — O FMI prevê que a economia global irá encolher 3% neste ano, será a maior queda em quase um século. Mas a crise não é apenas econômica, é também uma crise de significado. Os recrutadores e CEOs terão que capturar a imaginação e a ambição de dentro para fora das organizações — explica Yazmín Trejos, especialista em Cultura de Propósito.

    Logo nas primeiras semanas, o isolamento social – e o lockdown em muitas cidades – trouxe grandes desafios para as empresas e colaboradores. Foi preciso encontrar maneiras de tornar as tomadas de decisão mais claras e rápidas e adaptar produtos, serviços e até mesmo o trabalho aos meios digitais.

    Os colaboradores precisaram se adequar à nova rotina, conciliando o trabalho com a vida doméstica, sem diminuir a produtividade. Essas mudanças causaram alguns transtornos, mas diante da permanência da situação – e com alguns esforços –, a relação entre vida pessoal e vida profissional foi se tornando menos conflitante.

    Novos modelos de trabalho

    Enquanto não há uma solução segura para combater o novo coronavírus, será necessário manter-se realista e continuar adotando as medidas de prevenção do contágio.

    Nesse cenário sem data de validade, as mudanças de hábitos são inevitáveis. Evitando aglomerações e o contato social, mudaram as formas de consumo (o que explica o crescimento dos e-commerce e dos aplicativos de entrega) e, também, os hábitos domésticos, como a relação com horários, com a comida, com a família.

    Para Karyna Pereira, especialista em comunicação e marketing, as tendências no mercado de trabalho refletem essas mudanças de hábitos.

    — O home office, por exemplo, já acontecia em muitas empresas, mas nem sempre full time e com toda equipe trabalhando remotamente. Acredito que esse modelo passaria a ser adotado em larga escala dentro de alguns anos, e necessidade de isolamento social antecipou essa tendência — afirma Karyna.

    Segundo a plataforma de recrutamento on-line VAGAS.com, 70% de seus colaboradores pretendem continuar fazendo home office ao menos três vezes na semana caso tenham a oportunidade. O home office (ou a fusão entre trabalho presencial e remoto) é uma maneira de manter os funcionários mais estimulados com o trabalho e, assim, melhorar os negócios.

    Com todos os funcionários conectados, muitas empresas que optaram por esse formato consideram como pontos positivos a alta produtividade e a rapidez nas tomadas de decisão. E isso aponta para mais uma provável mudança em curto prazo: a redução dos escritórios e o trabalho presencial por escala, que diminui os gastos com infraestrutura e permite novos investimentos em outras áreas.

    O que o mercado espera dos profissionais?

    A nova era no mercado de trabalho traz mudanças – além da consolidação do home office. Especialistas apontam um crescimento nas áreas ligadas à tecnologia, à comunicação e à saúde. Acredita-se que haverá um aumento na busca por cursos de Tecnologia da Informação, de Desenvolvimento de Sistemas, de Gestão (de pessoas e de processos), de Marketing, de Recursos Humanos e de Biomedicina.

    Além da formação acadêmica e da capacitação técnica, chamadas de hard skills, as habilidades pessoais – soft skills – estão sendo cada vez mais valorizadas. A especialista em Gestão de Carreiras e Talentos Michelle Navarro explica que a crise antecipou algumas mudanças que já estavam sendo gestadas no mercado de trabalho.

    > Em tempos de crise, especialização é o caminho para aumentar a empregabilidade

    – Muito se falava da Indústria 4.0 e o impacto nas relações de trabalho e isso incluía a extinção ou reformulação de algumas profissões e no surgimento de novas. O fato é que a crise antecipou a chegada de novas tendências. A gente já está vivendo o futuro! O trabalho do futuro não será um emprego baseado em comando e controle, rotineiro e padronizado, mas sim, um trabalho com propósito a ser desfrutado — explica Navarro.

    Segundo a especialista, entre as soft skills mais desejadas pelos recrutadores, estão:

    - Iniciativa e flexibilidade cognitiva;

    - Capacidade de se comunicar de maneira clara e objetiva;

    - Criatividade;

    - Eficiência e gestão do tempo durante as atividades;

    - Resiliência e adaptabilidade;

    - Pensamento crítico;

    - Capacidade de análise e de julgamento nas tomadas de decisão;

    - Inteligência emocional.

    Educação contínua

    Em um contexto de mudanças, a formação dos profissionais ganha cada vez mais destaque e é impulsionada pelas possibilidades que o ensino a distância traz. Para as empresas, os melhores talentos são os que estão dispostos a crescer junto com ela, sempre buscando capacitação.

    Nesse sentido, o crescimento do ensino a distância (EAD) demonstra um interesse na formação acadêmica por quem deseja crescer na carreira ou se recolocar no mercado de trabalho.

    — A educação foi e sempre será necessária para um candidato manter ou aumentar o seu nível de empregabilidade. O chamado Lifelong Learning, a aprendizagem contínua, está sendo cada vez mais valorizada no mercado. Esse é um conceito de você estar sempre aprendendo e fazendo vários cursos relacionados à sua área de atuação e desenvolvendo novas habilidades — finaliza Michelle Navarro.

    Para estar preparado para o futuro, é preciso buscar aprender. Na UNIASSELVI, as oportunidades para quem busca uma graduação ou pós-graduação são amplas. A instituição atua desde 2006 no ensino a distância e conta com uma metodologia exclusiva que converge a tecnologia e o aprendizado, por meio do portal Gioconda, do Leo APP, da promoção de lives.

    Na graduação da UNIASSELVI o tutor é exclusivo e acompanha a turma semanalmente, do início ao fim do curso. Tudo é pensado para que o aluno tenha a melhor experiência.

    Além disso, a instituição oferece cursos diferenciados – como Gastronomia, Engenharias, Biomedicina, Nutrição – cursos de gestão que podem ser feitos a distância com ótimo custo-benefício. Outro diferencial é a imensa variedade de cursos de pós-graduação, voltados para diversas áreas, você pode escolher qual modalidade estudar.

    Cursos SMART: com duração de 12 meses, os cursos da modalidade SMART ocorrem a distância por meio da Ambiente Virtual de Aprendizagem, com diversas ferramentas de contato e tutoria com formação na área do curso.

    Curso ON-LINE: caracterizada pela flexibilidade, a modalidade permite iniciar os estudos a qualquer momento e dispensa a necessidade de cumprir rotinas e horários. Nesta modalidade as turmas abrem mensalmente, não dependo do fechamento de turma.

    Para saber mais sobre os diferentes cursos da UNIASSELVI, acesse o site da instituição e confira.

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