Acontece em Itapoá o maior alargamento de praias do Brasil. Aos poucos, o cenário da orla da cidade deve ganhar um novo formato e, consequentemente, atrair os olhares dos banhistas, que poderão reocupar a faixa de areia. Porém, durante as obras, não é recomendado que a população permaneça no local por diversos fatores, entre eles o risco das máquinas e a “situação movediça” em que a areia se encontra. As praias que recebem o alargamento são Princesa do Mar, Pontal do Norte e Figueira do Pontal, somando oito quilômetros de orla.

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Um dos riscos para os banhistas, atualmente, é a situação da areia. De acordo com a Jan de Nu, empresa responsável pela execução das atividades, a condição extremamente úmida da areia criando bolsões e a areia acaba “amolecida”, correndo risco de afundar.

— É de suma importância que o pessoal respeite a nossa sinalização de segurança porque, de fato, é uma área quente, é uma área de risco, onde tem muitas máquinas transitando e também a zona de bombeamento, onde fica um tipo de uma areia muito mole e se a pessoa adentrar ali, ela vai afundar — reforça Vinícius Delfim, gerente de contratos da empresa responsável pela obra.

Conforme a empresa, ainda não há previsão para que os banhistas ocupem a faixa de areia. O correto será esperar que as máquinas e tubulações sejam retiradas do local e a areia seque. A população deverá ser comunicada quando a orla for reaberta para uso de banhistas.

A estimativa para fim das obras de alargamento da praia de Itapoá é de treze meses, a contar a partir de outubro deste ano.

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