A partir desta semana, diversos alimentos como a goiaba serrana, a maçã e o frescal de São Joaquim, na Serra catarinense, passam a ser reconhecidos como patrimônio cultural imaterial de Santa Catarina. Os cinco projetos que reconheciam produtos como típicos da “terra do frio” tinham sido aprovados pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e foram sancionados pelo governador Jorginho Mello (PL).

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Os projetos são de autoria do deputado estadual Lucas Neves (Republicanos). Entre os alimentos, para além da goiaba, também conhecida como feijoa, da maçã, que também inclui a produção e colheita da fruta, e do frescal, também estão os vinhos de altitude e o queijo serrano.

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Preservação cultural

O objetivo, segundo o texto, é preservar tradições, valorizar quem produz os alimentos e fortalecer, também, a economia da região.

— Esses produtos são parte da nossa identidade. Reconhecê-los como patrimônio é valorizar quem vive da terra e mantém essa cultura viva há gerações. É colocar a Serra no lugar que ela merece: respeitada, reconhecida e com mais oportunidades para crescer — destacou o deputado.

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Festa Nacional da Maçã

Neste ano, São Joaquim promove a 25ª Festa Nacional da Maçã 2026 entre os dias 7 e 10 de maio, no Parque Nacional da Maçã e do Vinho. O evento promete movimentar o município com uma programação diversificada que combina música boa, cultura, gastronomia, turismo e entretenimento.

Segundo o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa), a safra de maçã colhida na Serra catarinense deve ser 27,9% maior que a anterior, podendo alcançar até 615 mil toneladas.