Quem era a professora morta em ataque a creche no Oeste de SC

Keli Adriane Aniecevski, 30 anos, foi atacada pelo jovem de 18 anos na entrada da escola

Compartilhe:

Professora Keli Adriane Aniecevski, é uma das vítimas do ataque em Saudades (Foto: Redes Sociais, reprodução)

A professora Keli Adriane Aniecevski, 30 anos, é uma das vítimas do ataque à escola infantil Pró-Infância Aquarela, em Saudades, no Oeste de Santa Catarina. O crime aconteceu na manhã desta terça-feira (4) e além da educadora outras três crianças e uma adulta tiveram a morte confirmada. Uma outra funcionária da unidade, agente educativa, também morreu.

Continua após a publicidade

> Quem é o autor do ataque que deixou cinco mortos em creche no Oeste de SC

> Identificada funcionária morta em ataque a creche no Oeste de SC

Continua após a publicidade

> Receba notícias de Santa Catarina por WhatsApp

A informação da morte foi confirmada por familiares de Keli e pela secretária de Educação de Saudade, Gisela Herman. A prima da educadora, Cristiane Aniecevski Krindges, contou que ela trabalhava na unidade há cerca de dez anos.

— Era uma pessoa muito querida. Nós estamos em choque com o que aconteceu. Disseram para nós que ela tentou defender as crianças — contou a prima.

Keli morava com os pais na cidade e tinha um irmão mais novo, que mora em São Miguel do Oeste. Aos saberem da notícia, os pais da professora foram levados ao hospital da cidade.

Continua após a publicidade

Crime 

Um homem de 18 anos entrou na creche armado com uma faca. Segundo o delegado Jerônimo Marçal, o agressor teria atacado a professora Keli na entrada na escola. Ela então correu para a sala onde estavam quatro crianças, todas menores de dois anos.

Além deles, o suspeito atacou uma agente de saúde que fazia um trabalho no local no momento do crime. A morte dessa profissional também foi confirmada pela Polícia Militar de Chapecó.

Continua após a publicidade

O local está isolado, segundo informações do delegado Marçal. Em entrevista à NSC TV, ele relatou que a Polícia Civil já foi até a casa do autor do crime e que lá teria encontrado “objetos estranhos”. Ele não especificou o que seriam, mas reforça que os agentes trabalham com a possibilidade de que seria um crime isolado.

Leia mais:

Continua após a publicidade

Em ataque a creche de SC, professoras trancaram crianças na sala de aula para evitar mais mortes