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    Reitor da UFSC recebe apoio de instituições representantes dos professores após punição

    Ambas as entidades consideram a punição arbitrária e exagerada

    23/01/2020 - 17h45 - Atualizada em: 23/01/2020 - 17h50

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    Clarissa
    Por Clarissa Battistella
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    (Foto: )

    Enquanto tratava de questões recursais sobre a punição que foi aplicada pela Corregedoria-Geral da União (CGU) na quarta-feira (22), o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ubaldo Cesar Balthazar, recebeu apoio de instituições que representam professores federais. Uma portaria publicada no Diário Oficial da União determinou a suspensão de 10 dias do cargo, para o reitor, convertida em multa.

    Além dele, a vice-reitora Alacoque Lorenzini Erdmann e ao professor Irineu Manoel de Souzae sofreram advertências com base em um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) relacionado à manutenção de um corregedor-geral no cargo, que contrariou orientação da Corregedoria-Geral da União.

    Ainda na manhã desta quinta-feira (23), o Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc-Sindical) emitiu nota repudiando as penalidades.

    Na manifestação, o sindicato considerou a pena arbitrária e exagerada e chegou a mencionar que a determinação soa "quase como uma revanche".

    Já durante a tarde, quem se manifestou foi a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais (Andifes), que também criticou, duramente, a penalidade. Em nota afirmou "que as decisões em questão do Conselho Universitário não produziram qualquer prejuízo ao erário público" e, portanto, "o órgão de controle usa punição intimidadora como puro e simples exercício de autoridade".

    Nesta sexta-feira (24), uma sessão extraordinária do Conselho Universitário irá tratar do assunto. A sessão está marcada para as 11h30min. Depois, o reitor deve voltar a se manifestar publicamente sobre os fatos. Em nota nesta quarta, Balthazar afirmou ter “absoluta tranquilidade com relação aos atos administrativos praticados no exercício da função”, e disse ainda confiar “plenamente na revisão das decisões, seja na esfera administrativa seja nas instâncias judiciais”.

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