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Roubo e dopagem em programas sexuais: miss de Balneário Camboriú é presa no RJ

Mikaelly da Costa Martinez é suspeita de crimes em Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso do Sul

01/12/2021 - 08h04 - Atualizada em: 14/12/2021 - 21h28

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Talita
Por Talita Catie
A jovem perdeu a coroa após prisão
A jovem perdeu a coroa após prisão
(Foto: )

Uma investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro apura uma série de crimes supostamente cometidos pela miss transex Brasil de 2019. Mikaelly da Costa Martinez, também conhecida Mikaelly Zanotto, é apontada como responsável por dopar e roubar clientes durante programas sexuais, conforme o Metropóles. Ela teve a prisão preventiva confirmada pela Justiça carioca nesta terça-feira (30) e, por consequência, perdeu a coroa do Miss Brasil Trans.

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Eleita a mais bonita transexual do país em 2019, representando o estado paulista, Mikaelly, de 25 anos, foi presa enquanto curtia o domingo de sol na praia de Ipanema (RJ). O advogado tentou reverter a detenção, mas não conseguiu. Conforme a Polícia Civil, a jovem é moradora de Balneário Camboriú e cometeu crimes em Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde nasceu. 

Para a polícia, a ex-miss usava o perfil pessoal no Instagram para atrair homens e, ao chegar a motéis, os dopava para furtar itens como celular, relógio e cartões de débito e crédito. 

Um dos casos

De acordo com policiais do Rio de Janeiro, uma das vítimas relatou ter saído de um bar na Avenida Érico Veríssimo, na Barra da Tijuca, julho deste ano, rumo a um motel nas proximidades. No estabelecimento, Mikaelly teria dado uma cerveja, junto com alguma substância, ao homem que a acompanhava. Em depoimento, a vítima relatou que um comparsa da miss teria aparecido no quarto junto com ela, momentos depois.

Ao pagar a conta do motel, a vítima percebeu que teve três cartões de crédito e débito roubados, além de bens como celular e relógio. Na ocasião, a miss transex teria saído correndo do local após furtar o homem. Dias depois, foram feitas três transações financeiras de R$ 6 mil e uma tentativa de empréstimo de R$ 5 mil.

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O histórico

Conforme a Polícia Civil, a miss transex já esteve no Rio por duas vezes. Em ambas as ocasiões, ela cometeu o mesmo crime. Segundo os agentes, a autora também responde por envolvimento em homicídio na cidade de Coxim, em Mato Grosso do Sul, e já respondeu por diversos roubos e golpes em São Paulo, Florianópolis e Balneário Camboriú.

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