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    Tráfico de drogas

    Suspeito de abastecer tráfico de drogas em cidades do RS é preso em Florianópolis

    Homem de 36 anos apontado pela polícia como fornecedor de organização criminosa foi preso na manhã desta sexta-feira (9) em uma casa no Campeche, no Sul da Ilha

    09/10/2020 - 10h49 - Atualizada em: 09/10/2020 - 11h02

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    Por Guilherme Simon
    Operação tráfico de drogas
    Operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul que prendeu outros 11 suspeitos de atuarem na organização criminosa
    (Foto: )

    Um homem apontado pela polícia como o responsável pelo fornecimento de drogas traficadas por uma organização criminosa no Rio Grande do Sul foi preso na manhã desta sexta-feira (9) em Florianópolis. Ele foi encontrado em uma casa no Campeche, no Sul da Ilha. 

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    Segundo a Polícia Civil, o suspeito, de 36 anos, abastecia uma quadrilha que atua no tráfico de drogas nas cidades de Lajeado, Bom Retiro do Sul, Venâncio Aires e Torres, no estado gaúcho. Ele é suspeito de atuar há mais de 17 anos com o tráfico e de transportar até 400 kg de maconha a cada remessa, informou a polícia.

    De acordo com o delegado Dinarte Marshall Júnior, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas de Lajeado (Draco) do RS, o suspeito é natural de Venâncio Aires (RS), mas vinha frequentemente à Capital catarinense, onde também tem residência.

    A prisão em Florianópolis ocorreu durante uma operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul que prendeu outros 11 suspeitos na manhã desta sexta-feira. Além do tráfico de drogas, o grupo criminoso também atuaria com posse de armas em larga escala.

    Os policiais cumpriram 10 mandados de prisão preventiva, 18 mandados de busca e apreensão e prenderam, ainda, duas pessoas em flagrante (um homem e uma mulher). Cerca de R$ 8 mil em dinheiro, um veículo, três armas e 24 celulares foram apreendidos.

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    Conforme a polícia, o principal alvo da operação, que comandava a venda de maconha e drogas sintéticas em Lajeado e parte do Vale do Taquari, movimentava cerca de R$ 800 mil por ano.

    Ainda segundo a polícia, o chefe do tráfico na região e o fornecedor da droga utilizavam movimentação financeira na rede bancária e a aquisição de bens móveis como carros e imóveis, o que caracteriza lavagem de dinheiro.

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    As investigações tiveram início no mês de março. Ao longo de seis meses, as autoridades acompanharam as atividades dos traficantes e usuários, identificando o modo de atuação, de onde vinha a droga vendida e quem a fornecia.

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