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Técnico do Avaí vê título em boas mãos e ignora polêmica com VAR

Treinador diz que contestação da Chapecoense é forma de dar desculpa pela derrota

21/04/2019 - 20h24 - Atualizada em: 21/04/2019 - 21h26

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Redação
Por Redação DC
Geninho fatura seu primeiro título no comando azurra
(Foto: )

No dia que completou um ano desde o seu retorno ao comando do Avaí, o técnico Geninho festejou seu primeiro título pelo clube. Neste domingo, o Leão venceu a Chapecoense nos pênaltis, por 4 a 2, depois de empate por 1 a 1 no tempo normal. Essa é a 17ª conquista azurra no Campeonato Catarinense. Depois do triunfo, o treinador se mostrou feliz, deixou todos os méritos com os jogadores e disse que a taça ficou em boas mãos, em referência pela campanha sólida da equipe ao longo do Estadual 2019.

– Fui apenas mais uma peça da engrenagem que tentava ajudar na teoria. O mérito total é dos jogadores. Eles acreditaram no projeto, no sonho, e aproveitaram as oportunidades. Na final perdemos nosso artilheiro e depois o Igor. O time se superou. Se não foi a melhor partida, foi a mais equilibrada. A Chapecoense chutou apenas duas vezes. O campeonato ficou em boas mãos. Se fez justiça a favor da melhor equipe. Que teve o maior número de pontos, o melhor ataque e a melhor defesa. A reta final ficou pesada. Quatro equipes de camisa forte. Passamos pelo Criciúma e depois aqui também nos pênaltis – disse Geninho.

O treinador do Avaí ainda foi questionado sobre a reclamação da Chapecoense por causa do lance do pênalti cobrado no travessão por Bruno Pacheco. O lance capital garantiu a taça ao Leão, isso depois do árbitro Bráulio da Silva Machado consultar o VAR na Ressacada. Geninho falou que o protesto do técnico Ney Franco é uma desculpa por conta da derrota e, também, lembrou que a equipe da Capital ainda teria a quinta cobrança, que seria de André Moritz, para definir a 17ª conquista estadual da história do clube.

– É uma maneira de dar desculpa à torcida. De maneira alguma se contesta o VAR, senão vira várzea. Eu não posso dizer se entrou ou não. O bandeira disse que a bola não entrou. O juiz tinha dúvida e pediu o auxílio. Demorou um pouco e foi olhado de tudo que foi ângulo. Ela tem que entrar toda. E o VAR cravou que não entrou. Mas se tivesse entrado era apenas o Moritz fazer o gol na quinta cobrança e seríamos campeões. Quem sabe o TJD-SC diz que a bola entrou e vamos voltar aqui. Coloca o goleiro deles, o Moritz bate o pênalti, faz o gol e seremos campeões do mesmo jeito – completou o treinador do Leão.

Geninho passa a focar na preparação do Avaí para a Série A do Brasileiro. Com o acesso no ano passado, o Leão garantiu presença na elite nacional após dois anos, pois foi rebaixado em 2017. A estreia é no sábado, às 19h, diante do América-MG, na Arena Independência.

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