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Indefinição

Técnico do Figueirense não sabe se fica ou não 

Pintado falou em entrevista coletiva que aguarda uma decisão rápida do clube

01/12/2019 - 08h30 - Atualizada em: 01/12/2019 - 11h08

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Darci
Por Darci Debona
Empate contra o Operário foi o 12 sem derrota do alvinegro
Empate do Figueirense com o Operário pode ter ter sido o último dessa passagem do técnico Pintado
(Foto: )

O técnico que salvou o Figueirense do rebaixamento após 12 jogos de invencibilidade, Pintado, não sabe ainda se fica ou não no comando do time para 2020. Na entrevista coletiva após o empate por 1 a 1 contra o Operário, o treinador comentou sobre essa situação, em alguns momentos dando a entender que seu ciclo pode ter encerrado no empate por 1 a 1 contra o Operário-PR.

- Não tenho nada definido, meu contrato vai até 31 de dezembro. O Figueirense precisa se reajustar, tem problemas que vocês conhecem bem. Mas estou pronto para ajudar onde estiver. Agradeço pelo que o Figueirense fez por mim. Saio daqui com a consciência tranquila – afirmou.

Pintado afirmou que o problema não é a questão financeira, mas uma definição do próprio clube. Ele destacou que o clube já está atrasado pois os clubes estão definindo as contratações para 2020. Ele mesmo afirmou ter recebido ligações de outros treinadores buscando informações sobre os atletas do Figueirense. O volante Betinho já admitiu contatos.

Pintado considera que o momento do clube é de reestruturação.

- O clube enfrenta dificuldade, está se planejando mas com os pés no chão. Pensar em título é perigoso. É óbvio que vai jogar para vencer. Mas sabemos quanto custa um elenco para pensar em título. Tem que ter os pés no chão- disse o técnico.

Ele agradeceu a boa recepção que teve no clube e afirmou que todas as decisões foram tomadas em conjunto. Afirmou que somente depois de 49 dias imerso no clube teve tempo de ir na praia, a Praia dos Sonhos. Afirmou que essa concentração foi fundamental para conhecer os problemas do Figueirense e para conseguir a campanha de 12 jogos de invencibilidade.

Disse que gostaria de ter vencido a última partida mas que o mais importante foi a permanência.

- Saio fortalecido. Foi algo muito especial, muito intenso. Tenho que enaltecer a coragem das pessoas daqui – afirmou.

Ele também elogiou a torcida do Figueirense, dizendo que ficou uma marca do apoio no momento mais difícil. Destacou que o clube não é dele, não é de uma empresa mas sim do torcedor.

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