O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em sua rede social nesta quarta-feira (22) que o Irã acatou seu pedido e não vai mais executar oito mulheres presas no país. Quatro delas serão soltas e outras quatro foram condenadas a um mês de prisão.
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“Ótimas notícias! Acabo de ser informado de que as oito mulheres manifestantes que seriam executadas hoje à noite no Irã não serão mais mortas. Quatro serão libertadas imediatamente, e quatro serão condenadas a um mês de prisão. Agradeço muito ao Irã e a seus líderes por terem respeitado meu pedido, como Presidente dos Estados Unidos, e por terem cancelado a execução planejada”, escreveu Trump na rede social Truth Social.
A Justiça iraniana negou as informações e classificou as publicações de Trump como “informações falsas”.
“Trump está de mãos vazias no terreno, o que o levou a fabricar sucessos a partir de informações falsas”, afirmou a Mizan, órgão de imprensa do Poder Judiciário iraniano.
Pedido para cancelar execução
Na terça-feira (21), Trump disse que soltar essas mulheres seria um “ótimo começo” para uma possível negociação de paz entre os dois países.
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“Eu apreciaria muito a libertação dessas mulheres. Por favor, não façam mal a elas! Seria um ótimo começo para nossas negociações”, escreveu o republicano.
No momento, o Irã negou que diversas iranianas estavam prestes a ser executadas, e afirmou que algumas das mulheres que foram apresentadas como ameaças já haviam sido libertadas, enquanto outras enfrentavam somente pena de prisão.
Os Estados Unidos e o Irã vivem um momento delicado de negociações de um possível cessar-fogo. A guerra entre os dois países começou no dia 28 de fevereiro e já deixou mais de 3,4 mil mortos. Uma nova rodada de negociações entre lideranças dos dois países deve ocorrer em breve no Paquistão.
Entenda o conflito entre EUA e Irã
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*Com informações do g1





