Alvo de inquérito sobre fake news, Bolsonaro ameaça agir fora das “quatro linhas da Constituição”

Mais cedo, ministro Alexandre de Moraes determinou inclusão do presidente no inquérito que apura a divulgação de informações falsas

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Ministro cita ao menos 11 crimes que podem ter sido cometidos por Bolsonaro nas declarações contra o sistema eleitoral (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu, nesta quarta-feira (4/8), a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que incluiu o chefe do Executivo federal como investigado no inquérito que apura a divulgação de informações falsas por ataques às urnas eletrônicas.

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Em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro disse que o “antídoto” para a decisão do magistrado “não está dentro das quatro linhas da Constituição”.

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– O ministro Alexandre de Moraes me colocando no inquérito das fake news. Não falo fake news, não, inquérito da mentira. Me acusando de mentiroso. Essa é uma acusação gravíssima, gravíssima. Ainda mais um inquérito que nasce sem qualquer embasamento jurídico, porque não pode começar com ele. Ele abre, ele apura e ele pune? Sem comentários – disse Bolsonaro.

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