Com derrota de Flávio Bolsonaro, quem são os nomes da direita cotados para 2030

Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro aparecem entre os principais cotados da direita para 2030, ao lado de governadores e outras lideranças conservadoras

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Além de Tarcísio e Michelle, saiba quem pode disputar a Presidência em 2030 (Foto: Republicanos, Charles Vieira, PL, Divulgação)

A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (25) e a derrota do ex-senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial levantou o debate sobre os possíveis nomes que podem fazer frente à esquerda e representar a direita nas Eleições de 2030.

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Na ala bolsonarista, além do “filho 01” de Jair Bolsonaro, estão entre os principais cotados o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Já na direita desvinculada ao bolsonarismo, o principal nome é Renan Santos, o presidente do partido Missão.

Quem são os principais nomes da direita para a eleição de 2030?

Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro estão entre os nomes mais citados nas projeções para a eleição presidencial e os dois representam caminhos diferentes para a direita. De um lado, a aposta em uma liderança com experiência administrativa e, do outro, a continuidade da influência política da família Bolsonaro.

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Confira os principais nomes cotados no cenário para 2030:

  1. Tarcísio de Freitas (Republicanos): governador reeleito de São Paulo e apontado como uma das principais alternativas presidenciais do campo conservador.
  2. Michelle Bolsonaro (PL): ex-primeira-dama e nome associado à possibilidade de manter a influência política do bolsonarismo.
  3. Ronaldo Caiado (União Brasil): político goiano que representa setores ligados ao agronegócio e à direita tradicional.
  4. Ratinho Júnior (PSD): ex-governador do Paraná, citado entre as opções associadas à experiência administrativa e à força eleitoral regional.
  5. Romeu Zema (Novo): ex-governador de Minas Gerais, que se posiciona a favor da redução da máquina estatal e dos ideais conservadores.
  6. Renan Santos (Missão): integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), que defende a construção de uma alternativa fora do núcleo bolsonarista.

Nikolas Ferreira surge como personagem forte da direita, mas não poderá concorrer na próxima eleição

Apesar da popularidade e o alto alcance nas redes sociais entre apoiadores da direita, Nikolas Ferreira enfrenta uma restrição legal para concorrer à Presidência em 2030: a idade mínima exigida pela Constituição.

A regra estabelece que o candidato ao cargo de presidente da República tenha pelo menos 35 anos. O deputado federal completará essa idade em meados de 2031, o que inviabiliza sua candidatura presidencial em 2030 e permite considerar uma eventual participação apenas a partir da eleição de 2034.

Direita ”independente”

Além dos nomes que apoiam o bolsonarismo, a direita conta com uma nova frente conservadora que busca se desvincular desse movimento .

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Encabeçada pelo ex-candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), essa nova corrente quer construir uma alternativa de direita sem alinhamento direto ao bolsonarismo.

No início deste mês, no canal do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan comentou sobre essa nova frente da direita e criticou o apego por parte dos eleitores ao bolsonarismo.

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“O brasileiro de direita ama a família Bolsonaro, é como se fosse uma marca para enfrentar o PT. O brasileiro não é conservador, é apegado às convenções, e não há como disputar o campo da direita contra isso”, afirmou. Para 2030, Renan já sinalizou o interesse em participar da disputa presidencial novamente.