Saiba quem deixa ministérios de Bolsonaro para disputar as eleições

Legislação eleitoral determina que ministros que desejam disputar eleições devem deixar seus postos seis meses antes do pleito

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Ministros de Bolsonaro com pré-candidaturas definidas (Foto: NSC)

A legislação eleitoral determina que ministros que desejam disputar eleições devem deixar seus postos seis meses antes do pleito, que ocorrerá no primeiro fim de semana de outubro. O prazo da desincompatibilização é este sábado (2).

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O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, já se filiou ao PL de Valdemar Costa Neto. Ele deve disputar a campanha ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PL), como seu vice. O general assinou a ficha para entrar no partido, mas não fez nenhuma divulgação ainda. Aliados do ministro não descartam, porém, que ele possa migrar para outra sigla.

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Dos 23 ministros, oito têm suas candidaturas certas. Onyx Lorenzoni (Trabalho) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e João Roma (Cidadania) vão concorrer aos governos estaduais do Rio Grande do Sul, de São Paulo e da Bahia, respectivamente.

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Ministros com pré-candidaturas defenidas

  • Onyx Lorenzoni (Trabalho) – Governo do RS
  • Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) – Governo de SP
  • Flávia Arruda (Secretaria de Governo) – Senado/DF
  • Tereza Cristina (Agricultura) – Senado/MS
  • Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) – Senado/RN
  • Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) – Câmara/SP
  • Gilson Machado (Turismo) – Senado/PE
  • João Roma (Cidadania) – Governo da BA

Ministros com candidaturas indefenidas

  • Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) – vaga para o Senado pelo AP
  • Braga Netto (Defesa) – vice na chapa presidencial

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