“É um pesadelo”, diz amigo que viu jovem morrer ao ser lançada sem corda em rope jump

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, caiu de uma altura de 40 metros após ser lançada sem a corda de segurança na manhã de sábado (13); três pessoas seguem presas

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Maria Eduarda tinha 21 anos (Foto: Redes sociais, Reprodução)

Maria Eduarda, que morava em Jandira (SP), morreu no local (Foto: Redes sociais, Reprodução)

“Eu ainda não consegui acreditar, Dudinha. Eu tô achando que é um pesadelo e eu vou acordar.” Foi assim que um amigo de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas descreveu a dificuldade de lidar com a morte da jovem, que foi lançada de uma altura de 40 metros sem a corda de segurança durante um salto de rope jump, na manhã de sábado (13).

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Em uma homenagem publicada nas redes sociais nesta segunda-feira (15), o amigo afirmou que ainda tenta compreender a tragédia.

“Você é a pessoa mais f*** que eu conheci. Eu te amo, garota, não sei se vou aguentar isso tudo, não. Eu sei que nada vai trazer você de volta, mas eu peço a Deus para a gente se ver de novo. Te amo, Dudinha, eu nunca vou esquecer de você”, escreveu.

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Também nesta segunda-feira, em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo, o jovem — que preferiu não se identificar — contou que era amigo de Maria Eduarda havia dois anos e disse que os dois tinham ido ao local apenas para aproveitar o momento.

— Duda era um amor de pessoa. Uma mulher perfeita, sonhadora, educada, um coração gigante. E tudo que a gente queria era se divertir nesse dia, e aconteceu essa desgraça — afirmou.

O que é rope jump?

Maria Eduarda, que morava em Jandira (SP), morreu no local. Segundo a Polícia Civil, a corda que deveria estar presa ao corpo da vítima para conter a queda foi esquecida e permaneceu enrolada no chão da estrutura de salto.

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que funcionários carregam a jovem até a plataforma. As imagens passaram a integrar a investigação do caso. (assista abaixo, imagens fortes)

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Uma testemunha que saltaria logo após Maria Eduarda relatou que os instrutores não realizaram a checagem de segurança antes do salto da vítima.

Após o acidente, seis pessoas foram presas. Três delas foram liberadas, enquanto Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos; Vitor de Freitas Gonçalves, de 27; e Maicon Fernandes Cintra, de 42, permaneceram presos.

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Os três devem responder por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

O advogado de defesa dos três afirmou que os clientes são apaixonados pelo esporte, atuam na atividade há anos e nunca haviam enfrentado problemas semelhantes. Ele classificou o caso como uma “triste fatalidade”.

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*Com informações do g1