Hamilton fala sobre tatuagens e explica favorita: “São coisas divertidas”

Uma pequena nave espacial é a atual tatuagem favorita do heptacampeão da Fórmula 1

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"Foram coisas que fizeram parte da minha jornada", diz Hamilton (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

As tatuagens entraram na vida de Lewis Hamilton quase na mesma época que as corridas de kart, então não é de se estranhar que o piloto tenha um dos braços, as costas e parte do peito, pescoço e tórax cobertos de desenhos que foi adicionando ao longo de seus 37 anos. As preferências foram mudando ao longo dos anos, mas é curioso ouvir do heptacampeão da Fórmula 1 qual é a tatuagem que mais o inspira atualmente: uma pequena nave espacial que ele tem no dedo indicador da mão direita.

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“Adoro minhas mãos. Eu tenho uma pequena nave espacial com um ser humano sendo teletransportado. É onde eu adoraria estar. Eu seria mais feliz se os aliens chegassem e me teletransportassem para outro planeta”, riu. “São coisas divertidas”.

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A história de Hamilton com as tatuagens remete a sua infância. Entre uma competição e outra de kart, de que ele começou a participar na mesma época, Lewis frequentava a casa do então noivo de uma de suas irmãs.

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“Minha irmã é casada com um tatuador, então eu ia na casa dela desde quando eu tinha 7 ou 8 anos, e ficava sentado na sala em que ele tatuava as pessoas. Eu achava muito legal e ficava olhando os desenhos e ideias que ele tinha na parede. Eu ficava pensando que queria uma tatuagem, mas não sabia o que eu queria. Depois que eu fiquei mais velho, eu não gostava da minha pele sem nada (e isso tinha a ver parcialmente com a maneira como me sentia em alguns ambientes nos quais estava) e lembro de fazer minha primeira tatuagem e de me sentir ótimo.”

A primeira tattoo foi a enorme cruz que ele tem nas costas, inspirada inicialmente no rapper Tupac Shakur, e que depois foi ganhando outros elementos, incluindo a frase que Hamilton também carrega em seu capacete e que virou uma espécie de lema para ele “Still I Rise” (ainda assim eu me levanto, em inglês), título de um poema de Maya Angelou, ativista negra dos direitos civis.

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O poema que fala sobre a confiança de autoafirmação ainda tem uma grande importância para Hamilton, mas ele admite que não tem o mesmo carinho por todas as suas tatuagens e que já pensou em apagar algumas, mas hoje aceita que tudo foi importante para ele chegar onde está hoje.

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“Há coisas que eu penso que talvez deveria me livrar delas porque não representam o que eu sou hoje, mas foram coisas que fizeram parte da minha jornada. Tem muita coisa que é religiosa e agora eu sou mais espiritual.”

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Nas férias da Fórmula 1, que volta no último final de semana de agosto com o GP da Bélgica, Hamilton está fazendo uma viagem de volta às origens. Pela primeira vez, o primeiro piloto negro a disputar um GP na categoria está passando um longo período na África, tendo visitado Namíbia, Uganda e Quênia até aqui.

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