Exportações de SC para Ásia aumentam e chegam a 25% do total

Houve crescimento de vendas principalmente para Arábia Saudita, Índia, China e Japão

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exportações no porto de itajaó

Receita do Estado com as exportações chegou a 2,7 bilhões de dólares (Foto: Porto de Itajaí, Divulgação)

Os países asiáticos foram os que mais compraram produtos catarinenses no primeiro trimestre de 2023, somando mais de 25% do total de exportações, de acordo com os dados do Observatório Fiesc. A receita do Estado chegou a 2,7 bilhões de dólares com os negócios nos três primeiros meses do ano.

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Houve aumento de vendas em relação ao ano passado principalmente para Arábia Saudita, que cresceu (37,9%), Índia (31,6%), China (27%) e Japão (16%). Além dos quatro países, Filipinas, Coreia do Sul e Cingapura geraram receitas significativas para o Estado. Esses sete países da Ásia foram responsáveis por 25,15% do total exportado (veja lista de países abaixo)

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A China foi responsável por 12,89% das compras, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (14,59%), que segue como principal comprador dos produtos de Santa Catarina.

Países asiáticos que mais compraram de SC

  • China: $ 273, 21 milhões
  • Japão: $ 112, 44 milhões
  • Arábia Saudita: $ 73,5 milhões
  • Filipinas: $ 52,5 milhões
  • Coreia do Sul: $ 45,74 milhões
  • Cingapura: $ 33,56 milhões
  • Índia: $ 22,13 milhões

Produtos exportadores por SC

Na lista dos produtos mais exportados pelo Estado no período, a carne suína, impulsionada pelas compras chinesas, teve a maior alta. A China importou mais porque suspendeu as restrições adotadas em função da Covid-19. Além disso, voltou a enfrentar dificuldades sanitárias devido à peste suína africana, conforme explica a colunista Estela Benneti.

Outro destaque foi a alta de 39% das vendas de aparelhos telefônicos, puxadas principalmente pelo mercado indiano, que comprou mais que o dobro do mesmo período de 2022.

Para o economista do Observatório Fiesc, Marcelo de Albuquerque, o aumento das exportações é reflexo da “competitividade da indústria catarinense e da percepção da qualidade dos nossos produtos no mercado externo”.

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