Delegado da Lava Jato está por trás de “boom” nas investigações de crimes financeiros em SC

Um dos grandes especialistas do país nesse tipo de apuração, delegado retornou recentemente ao Estado

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Grupo suspeito de lucrar R$ 1 bilhão com pirâmide financeira é alvo da PF em SC (7)

Operação Ouranós, deflagrada nesta semana, incluiu sequestro de jatinho (foto: Reprodução)

Santa Catarina vive um aumento exponencial das investigações que miram em crimes financeiros na Polícia Federal. Um dos nomes por trás das recentes ações é o do delegado Christian Robert Wurster, um dos grandes especialistas da PF em lavagem de dinheiro, que começou a carreira no Estado, em Joinville, e retornou a SC recentemente.  

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Wurster esteve à frente da Delegacia de Crimes Financeiros da Polícia Federal em Curitiba, que foi responsável pelas investigações da Operação Lava Jato. De lá, o delegado foi transferido para Brasília, onde chefiou nos últimos anos a Divisão de Repressão à Lavagem de Dinheiro, um órgão da Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros, que integra a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.  

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Como jovens de classe média de Balneário Camboriú viraram bilionários da Faria Lima investigados pela PF

A coluna apurou que, por questões familiares, Wurster pediu transferência no início do ano a SC e está lotado na Delegacia de Lages – mas tem atuado em todo o Estado.

Esta semana, foi dele a coordenação da complexa operação Ouranós, que mirou em um grupo de jovens da classe média de Balneário Camboriú que teve uma ascensão meteórica no mercado financeiro atuando na ilegalidade, e hoje movimenta bilhões na Faria Lima, no coração econômico de São Paulo.  

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Veja imagens da operação Ouranós