Cai o número de catarinenses que viajam e gasto com turismo cresce, mostra o IBGE

O número de domicílios em SC com viagem no ano passado ficou em 511 mil, o que mostra uma queda de 7,1% frente a 2023, apurou o IBGE

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Das viagens realizadas em 2024 por catarinenses, 63% foram de automóvel, apurou a pesquisa Pnad Contínua Turismo, do IBGE (Foto: Lucas Amorelli, NSC, BD)

No ano de 2024, os catarinenses enfrentaram um cenário mais difícil para viajar. A pesquisa Pnad Contínua Turismo, divulgada pelo IBGE, mostrou que o número de domicílios do estado com viagem no ano passado ficou em 511 mil, o que mostra uma queda de 7,1% frente a 2023, quando foram 550 mil. Do total de domicílios de SC, 17% tiveram viagem em 2024, dois pontos percentuais a menos que no ano anterior, quando foram 19% dos domicílios.

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Mas nas viagens feitas no Brasil os gastos para os catarinenses subiram 4,7% frente ao ano anterior e alcançaram R$ 1.754 em valor médio por pernoite. Esse foi o 11º maior valor médio do país e ficou abaixo da média nacional, de R$ 1.843 por pernoite.

Saiba mais sobre viagens dos catarinenses nos quadros e gráficos do IBGE:

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Mas quem viajou para Santa Catarina, que é um dos principais destinos turísticos do Brasil, gastou mais. As famílias que vieram ao estado desembolsaram R$ 2.556 por pernoite.

No Brasil, o número de viagens ficou praticamente estável em 2024 frente ao ano anterior, mas os gastos turísticos subiram 11,7%, mostrou a Pand Turismo.  

A pesquisa do IBGE foi realizada durante todo o primeiro semestre deste ano, inclui viagens de férias e profissionais. Por isso é considerada abrangente. Ela considera as três viagens nacionais mais recentes realizadas pelos moradores no período de referência, com pernoite e que tiveram gastos.

Outra informação importante dessa sondagem é sobre as razões das viagens dos catarinenses. Dos entrevistados, 86,4% fizeram viagens pessoais e 13,6%, viagens profissionais.

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SC teve 2,5 milhões de domicílios em que nenhum morador viajou em 2024. Desse total, 29,3% informaram não ter dinheiro, 23% não ter tempo, 20,8% não ter necessidade, 10,9% não ter interesse, 9,2% não ser prioridade e 3,7% por não ter saúde para viajar. Segundo a pesquisa, a proporção catarinense foi a menor entre as 27 unidades da federação que apontaram não ter dinheiro. No Brasil todo, não ter dinheiro foi o motivo em 39,2% dos domicílios.

A Pnad apurou também que local de hospedagem mais frequente das viagens realizadas pelos catarinenses foi a casa de amigo ou parente (42,0%), com 278 mil viagens das 662 mil realizadas. No Brasil, essa média ficou em 40,7%.

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Quanto ao meio de transporte utilizado para viajar, em SC 63,1% usaram automóvel particular ou da empresa. O número de viagens de avião ficou em 14,6%, com recuo de 2,0% em números absolutos, mas com aumento de 0,9 pontos percentuais frente a 2023. O percentual de viagens de avião chegou ao maior valor da série iniciada em 2020.

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