Criciúma completa 146 anos de colonização nesta terça

Feriado municipal terá programação religiosa e cultural ao longo do dia

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Catedral São José, em Criciúma

Atividades começam às 8h, na Catedral São José, localizada na Praça Nereu Ramos, no centro da cidade (Foto: Prefeitura de Criciúma, Divulgação)

Nesta terça-feira (6), feriado municipal em Criciúma, a cidade comemora 146 anos de colonização com uma programação especial. As atividades começam às 8h, com celebrações religiosas e culturais.

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A missa solene na Catedral São José contará com a bênção dos povos colonizadores. Após a celebração, será realizado o corte de um bolo de aproximadamente 146 quilos, em referência ao número de anos de colonização do município.

Segundo o prefeito de Criciúma, Vagner Espíndola, a data marca o reconhecimento do trabalho e da contribuição das famílias imigrantes na construção da cidade.

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— Celebrar os 146 anos de colonização de Criciúma é reconhecer o trabalho, a coragem e a contribuição das famílias imigrantes que ajudaram a construir a nossa cidade, preservando suas tradições, valores e a dedicação que nos une até hoje —afirmou.

O vice-prefeito Salésio Lima também destacou a importância da celebração para preservar a memória histórica do município:

— A homenagem valoriza as raízes culturais de Criciúma e fortalece o respeito à história dos povos colonizadores, mantendo esse legado vivo para as futuras gerações.

Após o corte do bolo, o público poderá acompanhar apresentações culturais com grupos de dança que representam as etnias colonizadoras. As atividades são organizadas pela Associação Cultural Vidas Esperança, que desenvolve em Criciúma projetos voltados à transformação social por meio da cultura e da arte, atendendo mais de 150 crianças e adolescentes da rede municipal de ensino.

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De acordo com a presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Cristiane Maccari Uliana Zappelini, as apresentações fazem parte do Projeto Sete Origens, que destaca as sete etnias colonizadoras do município.

— Sete escolas participaram do projeto, recebendo professores, estrutura pedagógica e figurinos culturais, fortalecendo o ensino no contraturno escolar e o reconhecimento das nossas origens —explicou.