Daniel Vorcaro passa mal na prisão e Polícia Federal atualiza estado de saúde

Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro está na Superintendência da Polícia Federal em Brasília

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Daniel Vorcaro é dono do Banco Master (Foto: Reprodução)

Daniel Vorcaro é dono do Banco Master (Foto: Reprodução)

O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, passou mal na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde está preso desde o dia 19 de março. Conforme o blog de Andréia Sadi, da GloboNews, Vorcaro não estava se sentindo muito bem nos últimos dias.

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Com isso, o banqueiro foi examinado, a pedido do médico de Vorcaro. A Polícia Federal afirmou que ele passou por exames depois de apresentar um quadro clínico que exigiu atenção, com um médico indo até a unidade onde ele está preso.

No entanto, Vorcaro não chegou a ir a um hospital, com os exames sendo feitos na superintendência da Polícia Federal.

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Quem é Daniel Vorcaro

Exames complementares

Fontes da Polícia Federal afirmaram que não houve gravidade no caso, mas que Vorcaro, que negocia uma delação, deve passar por exames complementares.

Relembre o caso do banco Master

banco Master ganhou visibilidade por oferecer produtos de renda fixa, como CDBs, com rendimentos muito acima da média do mercado. A estratégia era usada para encobrir a crise de liquidez da empresa. No dia 18 de novembro de 2025, o banco foi liquidado pelo Banco Central por conta do descumprimento de normas do sistema bancário e da situação financeira.

Daniel Vorcaro é o dono do Banco Master e o principal investigado na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Ele foi preso duas vezes, sendo a primeira em novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos, enquanto tentava deixar o país. As acusações contra Vorcaro incluem suspeitas de emissão de cerca de R$ 50 bilhões em CDBs sem lastro, gestão fraudulenta, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A segunda prisão aconteceu no dia 4 de março, por ordem do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida acontece após mensagens serem encontradas no celular do empresário com indícios de ameaças, corrupção e tentativa de interferência em decisões regulatórias.