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    INQUÉRITO DAS FAKE NEWS

    Hang recorre, mas contas continuam bloqueadas no Twitter e no Facebook

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    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    11/01/2021 - 09h24 - Atualizada em: 11/01/2021 - 19h03
    Luciano Hang teve as contas bloqueadas nas redes sociais pelo STF
    Luciano Hang teve as contas bloqueadas nas redes sociais pelo STF (Foto: Anselmo Cunha, Divulgação)

    O empresário Luciano Hang completa seis meses com contas bloqueadas no Twitter e no Facebook, por ordem judicial. A suspensão, que também incluiu outros influenciadores bolsonaristas no país, como o blogueiro Allan dos Santos e o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, ocorreu no âmbito do inquérito das fake news, que é de responsabilidade do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi do ministro Alexandre de Moraes.

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    O bloqueio das contas de Hang voltou à tona nos últimos dias, na esteira da repercussão sobre o banimento de Donald Trump nas redes sociais. O advogado de Hang, Fábio Roberto de Souza, disse que já foram apresentados recursos ao STF, pedindo reconsideração – mas, até agora, não houve resposta.

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    Segundo ele, a suspensão das redes sociais tem causado “imensos prejuízos”. “Temos tudo documentado, mensurado. Mas o maior de todos é a censura sofrida e a impossibilidade do sr. Luciano manter com seus seguidores a interação extremamente fraterna e positiva que sempre teve”, relatou à coluna.

    Logo após a suspensão, Hang contestou a decisão judicial. “A verdadeira democracia somente existe com liberdade de expressão, garantida pela nossa Constituição Federal. Todos temos o direito de nos manifestar e dar nossas opiniões”, afirmou.

    O inquérito das fake news, que levou ao bloqueio das contas nas redes sociais, investiga ofensas, ataques e ameaças contra ministros do STF. O prazo para conclusão era 15 de janeiro, mas no mês passado o relator, ministro Alexandre de Moraes, estendeu o inquérito por mais 90 dias.

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    O foco das investigações, no momento, é a existência de uma suposta estrutura para divulgação de informações falsas nas redes. Os investigadores também apuram como, e por quem, essa rede seria financiada.

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