Até agora, Jorginho Mello (PL) não indicou qual o rumo que pretende dar à economia de Santa Catarina, o que passa necessariamente pela escolha do próximo secretário da Fazenda. Mas nesta sexta-feira (18), em um encontro com o PIB de SC na Fiesc, o governador eleito indicou que está inclinado a mudanças.

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Jorginho falou em buscar um titular para a pasta que “veja dos dois lados”, o dos cofres públicos e o dos empresários. Indiretamente, referiu-se ao atual secretário, Paulo Eli, que é servidor efetivo e conhecido por colocar a arrecadação e a saúde financeira do Estado como prioridade – o que garantiu a SC sanear as contas, mas o fez comprar algumas brigas ao longo dos anos com setores empresariais.

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Manter um perfil como o de Paulo Eli significa uma gestão mais conservadora das contas públicas. Ocorre que Jorginho anunciou projetos bilionários – como o que pretende pagar a mensalidade dos universitários do sistema Acafe – e repetiu, durante a campanha, o discurso de que “o Estado tem dinheiro”, o que já indicava que buscaria outro perfil para a pasta.

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A escolha faz toda a diferença para a maneira como o governo vai lidar com o Tesouro.

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