O secretário de Estado da Fazenda chegou ao Gabinete da Presidência da Alesc para reunião com os setores econômicos carregando uma garrafa de uísque, uma de vinho da Serra Catarinense, uma de leite longa-vida e uma de água mineral. As quatro foram colocadas sobre a mesa de negociação.

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Paulo Eli quer reproduzir “in loco” o que a Fazenda tem defendido desde o início da semana nas redes sociais, que as medidas aprovadas pela Alesc aumentam o ICMS do leite e reduzem o ICMS do uísque. A Fazenda tem questionado se “é justo o ICMS do leite ficar em 17% e do uísque em 3,2%”.

Governo e setores ficarão frente a frente para debater veto à redução de ICMS; o que esperar

Já a água mineral e o vinho vão ilustrar outro argumento, o de que a redução da carga tributária sobre a venda de bebidas em bares e restaurantes pode onerar a indústria. A Fazenda quer demonstrar que tanto a água quanto o vinho saíram da Substituição Tributária, ou seja, a cobrança do ICMS que antes era feita no início da cadeia produtiva, sobre a indústria, passou a ocorrer na comercialização. Se houver diminuição do ICMS, o governo já avisou que o imposto voltará a ser cobrado no início da cadeia produtiva, prejudicando a indústria catarinense.

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