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Os principais acontecimentos de Lages e região.

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Tratamento de AVC na Serra se destaca no cenário nacional

Por Eduarda Demeneck

19/04/2018 - 05h30

O Lab AVC, projeto que trabalha a prevenção até o tratamento dos pacientes que sofrem com o AVC (Acidente Vascular Cerebral), em Lages, recebeu a visita de técnicos do Ministério da Saúde e representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) nesta semana. O projeto está entre as 30 práticas selecionadas pelo Laboratório de Inovação em Educação na Saúde, do Ministério da Saúde.  — O Lab AVC é uma das linhas de cuidado da rede de urgência e emergência mais estruturadas da Serra, e a visita serve para mostrar a experiência, que pode ficar entre 15 melhores do país com foco em Educação Permanente na Saúde — relata Daniela Rosa de Oliveira, gerente regional de Saúde. Se isso ocorrer, o LAB AVC será disponibilizado no Laboratório de Inovação em Educação na Saúde para ser compartilhado com países da América Latina e outros Estados do Brasil. Hoje, em parceria com o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres e a Universidade do Planalto Catarinense, os pacientes que são vítimas de AVC de 18 municípios da Serra têm uma atendimento completo.   Veja também: Anvisa aprova medicamento para prevenção de AVC   No hospital, uma unidade de AVC instalada recentemente garante o atendimento rápido. José Jaime de Oliveira foi o primeiro paciente atendido pelo serviço de forma efetiva e com 100% de recuperação. — Eu cheguei aqui com AVC e 12 horas depois meu estado de saúde era bem melhor e não necessitei de reabilitação — disse. Já para quem precisa do serviço de reabilitação o tratamento continua na universidade no Centro Especializado em Reabilitação (CER II). No local, dos 500 atendimentos por mês, 60% são em pessoas que tiveram AVC, segundo a coordenadora Elisa Camargo. É para tentar diminuir as sequelas que os pacientes recebem de graça todo o atendimento.   Veja também: O catarinense que participou da nova descoberta da ciência

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Trabalhadores deixam alojamento improvisado em Rio Rufino, na Serra catarinense

Por Eduarda Demeneck

18/04/2018 - 04h00

A polêmica em torno do caso de um grupo de mais de 20 pessoas contratadas para trabalhar na colheita do tomate, em Rio Rufino, na Serra catarinense, que estaria trabalhando e morando sem segurança e em péssimas condições, teve desfechos nesta terça-feira (17). O responsável pelos contratos pagou parte da dívida que tinha com os funcionários. Leia mais notícias de Lages e região no NSC Total   Oito pessoas foram embora, com a passagem de ônibus comprada pela prefeitura de Rio Rufino, que acompanha o caso. O restante do grupo afirmou que, mesmo tendo dinheiro a receber, deve deixar o alojamento hoje para voltar ao Oeste do Estado, de onde vieram para trabalhar na Serra. A promessa do empregador é de depositar o restante dos salários na semana que vem, de acordo com os trabalhadores. Há seis meses eles estavam vivendo em um alojamento improvisado no mesmo terreno da plantação sem condições de higiene e até quase sem comida. Além da moradia sem estrutura, adultos e crianças usavam apenas um banheiro, sem saneamento básico. Eles denunciaram o caso à polícia na semana passada e relataram a falta de equipamentos de segurança na colheita do tomate. Imagens gravadas pelos próprios trabalhadores mostram todos eles colhendo tomates de pés descalços, alguns passavam veneno na plantação sem nenhum tipo de segurança, com o equipamento nas costas. Na gerência do Ministério do Trabalho em Lages, os fiscais dizem que tem conhecimento da lavoura de tomate em Rio Rufino, mas ainda não foram ao local. A reportagem só conseguiu contato com o responsável pela lavoura por telefone na segunda-feira. Na terça-feira ele não atendeu as ligações. Ele informou que pagaria as verbas rescisórias e que iria dispensar todos os trabalhadores. Disse ainda que deu dinheiro extra para eles comprarem os próprios equipamentos de segurança e que era o único a passar agrotóxicos, sempre respeitando os limites. Sobre as condições de moradia, disse que foi uma opção das famílias para não pagar aluguel. Leia outras publicações de Eduarda Demeneck

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Tecnologia em alta na serra catarinense: Semana de Inovação em Lages

Por Eduarda Demeneck

17/04/2018 - 05h35

Desta terça-feira (17) até o dia 20, ocorre em Lages a Semana de Inovação. Eventos em vários locais da cidade, que vem se destacando em investimentos de tecnologia, orientarão empreendedores e gestores públicos a buscar soluções para problemas em negócios usando a inovação, gerando economia para fomentar cada vez mais o uso de tecnologias da informação e comunicação. O evento será dividido em três partes. No primeiro dia, será realizada uma palestra com o tema Inovação através de pessoas. No segundo, em formato de workshop, o assunto abordado será Design Thinking. No terceiro, ocorrerá uma consultoria direta com a realização de mentoria para startups (empresas recém-criadas, ainda em fase de desenvolvimento e pesquisa de mercados). Lages já se destaca no mercado tecnológico. Foi a primeira cidade a ter o parque tecnológico, o Órion Tecnológico — de Santa Catarina, de um total de 13 a serem criados. Além disso. o Estado implantou a rede em fibra ótica de internet, que prevê o atendimento de 81 pontos de acesso, contemplando escolas municipais, unidades básicas de saúde, secretarias municipais, entre outros órgãos públicos. Dentro do pacote, que teve um investimento de R$ 2,6 milhões, foi colocado em prática o programa Lages Cidade Empreendedora, que tem como objetivo a abertura de empresa de baixa complexidade em cinco dias, criando, desta forma, uma integração entre todos os órgãos envolvidos no licenciamento de empresas.  Dentro da programação, ocorrerá o Congresso de Cidades Digitais. Direcionado para prefeitos, gestores e vereadores, na busca de auxiliar o planejamento municipal e aproximação com o mercado fornecedor de tecnologias capazes de impulsionar o desenvolvimento socioeconômico.   Leia outras publicações de Eduarda Demeneck Veja também: Análise busca respostas para morte de peixes no Rio Caveira Estrada que dá acesso à Pedra Furada é revitalizada Policiais militares atuam em escolas de São Joaquim

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Foto: Eduarda Demeneck

Análise busca respostas para morte de peixes no Rio Caveira

Por Eduarda Demeneck

16/04/2018 - 06h35

A Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina mandou para Lages técnicos de um laboratório de Florianópolis, para que fossem feitas análises da água do Rio Caveiras, que passa pela cidade. O objetivo é identificar as causas da mortandade de peixes que vem ocorrendo no local. O cheiro forte às margens do rio denuncia que por ali algo não vai bem. A morte dos animais começou a ser registrada no início do mês passado. Quem pescava nas águas teve que parar a atividade. – A pesca faz parte da minha vida e eu estou chateado com isso, fiquei sem saber o que fazer – lamenta o aposentado Pedro Paulo Boell. O que chama atenção é que a maioria das mortes está acontecendo em apenas uma espécie, o Cará (Geophagus brasiliensis). Segundo a Polícia Militar Ambiental, não é possível precisar a quantidade de peixes que morreram nos últimos dias. Mas eles afirmam serem muitos, por isso a preocupação em descobrir o que está acontecendo. Vários fatores, como a poluição e o uso de agrotóxicos, podem ter contribuído para as mortes. A secretaria de Águas e Saneamento de Lages também fez análises no local, mas não conseguiu chegar a uma conclusão. Agora, depois do resultado feito pelo laboratório de Florianópolis – que deve estar pronto em 15 dias –, a Polícia Militar Ambiental começará um plano de ação específico para evitar que mais peixes morram. Veja também:  Estrada que dá acesso à Pedra Furada é revitalizada Policiais militares atuam em escolas de São Joaquim Leia outras publicações de Eduarda Demeneck

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Estrada que dá acesso à Pedra Furada é revitalizada

Por Eduarda Demeneck

14/04/2018 - 04h35

Depois de mais de 30 anos sem receber nenhum tipo de melhoria, e estrada que liga Urubici ao Morro da Igreja finalmente será revitalizada. O primeiro repasse no valor de R$ 12 milhões para a recuperação da via, que já está em obras, veio do governo federal, com verba do Ministério da Defesa — liberado com uma emenda parlamentar, por meio da bancada catarinense. No total, serão quase R$ 30 milhões para a pavimentação completa dos 16 quilômetros que ligam a rodovia SC-144 ao topo do morro, passagem de pelo menos 100 mil pessoas por ano. Buracos, trechos pavimentados que já voltaram a ser estrada de chão, e outros que estão em meia pista em função da deterioração do asfalto fazem parte do acesso ao ponto habitado mais alto do Sul do Brasil, com 1.822 metros de altura. O local é de responsabilidade do Comando da Aeronáutica, já que o morro sedia uma base que controla o tráfego aéreo de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por isso, as obras que estão sendo executadas por uma empresa privada são monitoradas pelo Comando da Aeronáutica. Serão feitos trabalho de recuperação das contenções (cortinas atirantadas), serviços de drenagens, recuperação de alguns bueiros, pavimentação, pinturas e sinalização, além de um mirante no topo do morro, com área de estacionamento para os turistas que visitam o local. Durante as obras, a via será interditada em algumas ocasiões — de agora até o dia 24 de abril isso ocorrerá. Mas, diferente de limitações em função da recuperação, desde dezembro de 2015 caminhões e ônibus estão proibidos de passar pelo local. O motivo são fissuras que se abriram na pista. Desde então, o receio era que o asfalto cedesse ainda mais. — Essa obra tem uma importância tanto para parte de controle de tráfego aéreo, quanto de segurança nacional, e também, claro, para o turismo — afirma o Rodrigo Assunção, comandante do destacamento da obra do exército Para quem tem empreendimento ao longo do trecho, as obras são sinônimo de transtornos, mas empresários acreditam que a recuperação trará bons resultados, já que o acesso ruim acabava em reclamações constantes de quem passava pelo local. — Os turistas reclamavam dos buracos. Um trecho estava até com perigo de desmoronar. Nós sabemos que durante as obras teremos um pouco de prejuízo por causa das interdições, mas é preciso passar por isso. Depois, com certeza será melhor — afirma Andreia Oliveira, a sócia proprietária de um restaurante e pousada que fica no acesso ao Morro da Igreja.   Curiosidades TEMPERATURA MAIS FRIA FOI REGISTRADA NO LOCAL Além da Pedra Furada o Morro da Igreja também é bastante conhecido pelas temperaturas negativas. Em 1996 foi registrada ali a temperatura mais baixa do país 17,8 graus abaixo de zero. O vento gelado deixa a sensação térmica ainda mais baixa. A neve também é registrada no local, que no inverno recebe tem um fluxo intenso de turistas por conta do frio intenso.   SUBIDA NO MORRO PRECISA DE AUTORIZAÇÃO Para fazer a visitação ao Morro da Igreja é preciso de uma autorização no ICMIBio (Instituo Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) que fica localizado no Centro de Urubici. A autorização não tem custo. A visitação ao Morro pode ser feita todos os dias das 8h às 17h. Lembrando que até o dia 24 de abril as visitas ao topo do Morro estão suspensas.   A cascata Véu de Noiva, acessada pela mesma estrada, está aberta para visitação. A interdição da rodovia ocorre depois dessa atração turística, a partir do Km 7,3.  Leia outras publicações de Eduarda Demeneck Veja também: Policiais militares atuam em escolas de São Joaquim Morte de peixes no rio Caveiras, em Lages, é investigada

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Policiais militares atuam em escolas de São Joaquim

Por Eduarda Demeneck

13/04/2018 - 16h21

Há cerca de um mês, as aulas em seis escolas públicas de São Joaquim ganharam um aliado na segurança e no aprendizado. Dois policiais militares estão atuando junto às unidades de ensino para prevenir o crime nas escolas e redondezas e ajudar a cuidar do ambiente escolar. Problemas como falta de iluminação, grades enferrujadas, buracos em muros e grades, falta de sinalização adequada, tráfego de pessoas estranhas à comunidade escolar, entre outros itens são avaliados pelos policiais militares. Durante o ano um laudo é entregue por eles a direção com sugestões de mudanças a serem tomadas. A intenção é garantir a segurança das crianças. — Esse trabalho não busca apenas afastar a droga e pessoas más intencionadas, mas envolver também toda a estrutura física do ambiente escolar” — reforça o comandante da PM em São Joaquim, tenente Guilherme Wolf. Nessa primeira fase seis escolas públicas estão recebendo os policiais. São cerca de dois mil estudantes atendidos pelo projeto.   ESTUDANTES SÃO CAPACITADOS PARA MEDIAR CONFLITOS Já em Lages, em parceria com o Programa Educação de Resistência à Drogas — Proerd — o programa Rede de Segurança Escolar vai treinar e formar dois alunos por instituição de ensino para serem Jovens de Altitude. A missão será atuar como mediadores de conflitos e a prevenção de crimes, orientando os colegas. Para isso os estudantes vão participar de uma capacitação durante três dias no 6º Batalhão de Polícia Militar, depois o que aprenderam é colocado em prática, sempre com o acompanhamento da Polícia Militar. Cerca de 11,3 mil estudantes de 20 escolas municipais e estaduais de Lages são atendidos pelo programa. Leia outras publicações de Eduarda Demeneck Veja também: Morte de peixes no rio Caveiras, em Lages, é investigada Projeto de compostagem da Udesc recebe R$ 1 milhão do Ministério do Meio Ambiente

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Projeto de compostagem da Udesc recebe R$ 1 milhão do Ministério do Meio Ambiente

Por Eduarda Demeneck

12/04/2018 - 05h25

Nesta semana foi assinado o acordo de repasse de R$ 985 mil para o projeto Lixo Orgânico Zero. A partir de agora, ele será executado em 24 meses. O projeto de compostagem, realizado em Lages, venceu um edital do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), do Ministério do Meio Ambiente.  Ficou em 1º lugar de 300 propostas apresentadas por municípios de todo o Brasil envolvendo projetos socioambientais. Com o recurso, esse projeto, que é do Centro de Ciências Agroveterinárias, da Universidade do Estado de Santa Catarina, em parceria com a prefeitura, espera que nos próximos dois anos, 40% da população faça compostagem. Isso representa 20 mil residências. Serão contratados 25 bolsistas acadêmicos da Udesc em Lages para atuarem junto à comunidade durante os dois anos. Haverá material de divulgação, insumos, equipamentos e veículos, como bicicletas e triciclos elétricos para o uso das equipes. A intenção é fomentar a ideia de cada família reciclar lixo orgânico e transformar Lages em cidade modelo na destinação de resíduos sólidos domésticos. Leia outras publicações de Eduarda Demeneck Veja também: Reserva é criada para papagaios que migram para a Serra durante a temporada de pinhão Balsa entre São José do Cerrito e Campo Belo do Sul é retirada e moradores se arriscam de barco

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Morte de peixes no rio Caveiras, em Lages, é investigada 

Por Eduarda Demeneck

12/04/2018 - 04h10

A morte de dezenas de peixes vem sendo registrada com frequência no rio Caveiras, em Lages. A situação está sendo investigada pela Policia Militar Ambiental com apoio da Secretária de Águas e Saneamento (Semasa) da cidade. O que chama atenção é que apenas uma espécie conhecida como cará está morrendo. De acordo com a polícia, a Semasa fez algumas análises físicas e químicas das amostras de água coletada em três pontos do rio. No entanto, elas não foram suficientes para saber o que estaria causando a morte dos peixes. Para se ter um diagnóstico conclusivo outra análise será feita. Amanhã a coleta ocorrerá em sete pontos do rio Caveiras e será encaminhada para Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc). Leia outras publicações de Eduarda Demeneck Veja também: Reserva é criada para papagaios que migram para a Serra durante a temporada de pinhão Balsa entre São José do Cerrito e Campo Belo do Sul é retirada e moradores se arriscam de barco

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Reserva é criada para papagaios que migram para a Serra durante a temporada de pinhão

Por Eduarda Demeneck

11/04/2018 - 06h35

Tempo de pinhão na Serra Catarinense também é época de espetáculo no céu. Por conta da semente os chamados papagaios-charão e o papagaio-do-peito-roxo migram para a região catarinense em busca de pinhão. Em bandos de cem a duzentas aves, eles colorem os céus nas revoadas. Uma espécie ameaçada de extinção. Para ajudar na preservação da espécie uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) será inaugurada do próximo sábado (14) em Urupema com foco na proteção desses dois papagaios. Os pesquisadores Jaime Martinez e Nêmora Prestes – membros da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza – dizem que o local será um importante passo para conservação da natureza. “Inaugurar oficialmente essa reserva natural é a materialização de anos de pesquisa, de parcerias efetivas entre academia, poder público e a sociedade civil e de atuação em prol da proteção da natureza, o que nos permite planejar o futuro com metas ainda maiores”, analisam. Além dos papagaios, no local já foram identificados cerca de 16 espécies da fauna e flora que também serão beneficiadas pela RPPN, como cervos, seriemas, quatis, jacus, roedores e até pumas – animais considerados como ótimos indicadores de qualidade de conservação ambiental, pois estão no topo da cadeia alimentar. A Reserva possui 36,06 hectares de extensão e ocupa a área de uma antiga fazenda de criação de gado. A intenção é estimular a comunidade local e produtores rurais e os visitantes para a conservação da natureza por meio de visitas e trilhas interpretativas.  A RPPN é uma iniciativa da Associação Amigos do Meio Ambiente (AMA) e a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que desde 1993, atuam na conservação do papagaio-charão (Amazona pretrei) e do papagaio-do-peito-roxo (Amazona vinacea) por meio de iniciativas realizadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e, mais recentemente, no Sudeste do País. O que são RPPNs? Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPNs) é uma categoria de Unidade de Conservação instituída pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), que permite a criação de áreas legalmente protegidas por particulares interessados na conservação ambiental. O estabelecimento de uma RPPN pode ser feita tanto por pessoa física, quanto jurídica, desde que sejam proprietárias de imóveis rurais ou urbanos que tenham potencial para a conservação da natureza. A iniciativa deve ser voluntária e, após a área se tornar uma RPPN, o status de área protegida privada é para sempre. Para isso, é necessário que os proprietários da área se comprometam com algumas ações locais como a promoção da conservação da diversidade biológica, a proteção de recursos hídricos, o manejo de recursos naturais, desenvolvimento de pesquisas científicas, atividades de ecoturismo, educação, manutenção do equilíbrio climático e ecológico, e a preservação de belezas cênicas e ambientes históricos. Leia outras publicações de Eduarda Demeneck Veja também: Balsa entre São José do Cerrito e Campo Belo do Sul é retirada e moradores se arriscam de barco

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Balsa entre São José do Cerrito e Campo Belo do Sul é retirada e moradores se arriscam de barco

Por Eduarda Demeneck

10/04/2018 - 07h00

A balsa que faz a travessia entre São José do Cerrito e Campo Belo do Sul, na Serra Catarinense, está parada há quase três semanas. Ela foi retirada do rio depois que uma denúncia feita na NSC TV da região serrana — publicada, também, aqui na coluna — mostrou o risco que os moradores passam para fazer a travessia de um município para o outro. Por falta de segurança, a balsa foi interditada pela marinha em janeiro. A prefeitura de Campo Belo do Sul, responsável pelo equipamento, afirmou para a reportagem há mais ou menos 15 dias que iria arrumar na mesma semana, mas até agora ele não está funcionando e os moradores têm se arriscado de barco para passar pelo rio. Segundo eles, é preciso correr o risco porque fazer outro trajeto aumenta em até duas horas a viagem. A população local reclama, também, que a estrada alternativa para fazer o percurso está em péssimas condições. Com a situação, um barco virou alternativa para as pessoas que trabalham na colheita do feijão, do outro lado do rio, sem falar, claro, dos prejuízos lamentados pelos agricultores que não conseguem escoar a produção. — Tão arrancando e colhendo e não consegue levar para as cooperativas, né! As estradas além de serem quase 50 quilômetros a mais ainda não tem condição de passar. Caminhão passa só se seja guinchado por um trator —  lamenta o agricultor 0,9% dos médicos em atividade. Esse caso está sendo acompanhado pelo Ministério Público. Segundo a assessoria, a prefeitura de Campo Belo do Sul se comprometeu a regularizar a situação. De acordo com o Promotor de Justiça Eliatar Silva Junior a Balsa não possui itens mínimos de segurança obrigatórios para embarcações, como coletes e boias salva vidas, materiais de primeiros socorros e extintor de incêndio. A prefeitura alega que toda a parte de ferragens, bancos e acessos da balsa já foram arrumadas e que agora dependem da entrega dos itens de segurança como coletes e botes, um atraso que segundo a administração municipal é do fornecedor. O prazo da Capitania dos Portos (Marinha) para que a situação seja regularizada é até o próximo dia 22. ​Leia outras publicações de Eduarda Demeneck​ Veja também:  Ampliação histórica de hospital de Lages está perto do fim

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© 2017 NSC Comunicação
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