A Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizou nesta terça-feira (24), na Câmara dos deputados, em Brasília, o lançamento da 31ª edição da agenda legislativa do setor. O documento informa que a entidade acompanha 135 proposições e destacou que as maiores preocupações são sobre propostas como a PEC da redução da jornada de trabalho, o marco legal da política industrial e a nova lei geral de concessões.

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O presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Gilberto Seleme, participou da sessão. Ele avaliou que essa agenda legislativa do setor acompanha temas com impactos significativos para o desenvolvimento industrial e para a geração de empregos e mostra ao parlamento o que é prioritário ao setor produtivo.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, que falou em nome do setor, indicou que a indústria não concorda com uma mudança na jornada de trabalho 6X1 agora, considerando todas as demais dificuldades enfrentadas pelo setor empresarial.

Ricardo Alban disse que o setor quer mais produtividade, melhor qualidade de vida e mais tempo para consumir. Mas isso precisa ser consistente, que se sustente ao longo do tempo. Ele afirmou que os custos elevados de energia e dos juros minam a competitividade brasileira.

Esses custos, no Brasil, têm sido maiores do que em mercados da maioria dos outros países. A CNI informou que das 135 proposições que acompanha em tramitação no Congresso Nacional, o setor é favorável a 81, o que corresponde a 60% do total.

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