Depois de recuar -0,22% em julho, -0,60% em agosto e -0,19% em setembro, a inflação de Florianópolis, medida pelo índice de Custo de Vida (ICV) da Udesc Esag, subiu 0,10% em outubro. A maior alta ocorreu no grupo de transportes, de 0,61%, com pressão maior das passagens aéreas (9,52%) e da gasolina (0,88%). O grupo de alimentos e bebidas, que mais pesa na despesa de cada mês, 21,68% do total, ficou praticamente estável, em 0,04%.

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Com a variação de outubro, a inflação acumulada de Florianópolis em 2022 ficou em 3,5%. Nos últimos 12 meses, a alta alcançou 5%. A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), por meio do setor de custo de vida da Esag, pesquisa 297 itens para apurar a inflação de Florianópolis a famílias com renda entre 01 e 40 salários-mínimos.

No caso do grupo de alimentos e bebidas, as maiores altas ocorreram nos preços de tomate (16,91%), cebola (9,70%), morango (8,87%), massa de tomate (5%) e batata inglesa (4,97%). No geral, os preços dos alimentos variaram pouco porque enquanto as refeições fora de casa subiram 0,33%, os alimentos de supermercados e feiras tiveram queda de -0,15%.

Ainda sobre transporte, segundo grupo que mais pesa no índice (20,53%), o transporte público subiu 2,35%, o preço do veículo próprio ficou 0,87% mais caro e os combustíveis, em média, caíram 0,92% devido à queda de -6,26% do etanol e de -1,38%.

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A Udesc Esag também pesquisa os grupos de educação, que subiu 0,22%, despesas pessoais (0,41%) e serviços de comunicação (0,57%). Foi registrada retração nos grupos de artigos para residência (-1,27%) e vestuário (-0,27%). Os grupos de habitação (0,01%) e saúde e cuidados pessoais (-0,04%) ficaram estáveis.

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