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Indicação Geográfica

Projeto para Denominação de Origem das ‘Ostras de Floripa’ avança

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Por Estela Benetti
21/06/2022 - 19h40 - Atualizada em: 22/06/2022 - 10h29
Jonny Lindner, Divulgação
Evento sobre projeto para Denominação de Origem das ostras teve 'barca' com a iguaria para degustação (Foto: Jonny Lindner, Divulgação)

A região de Florianópolis deu mais um passo importante para a conquista do reconhecimento de Denominação de Origem (DO) geográfica para as ‘Ostras de Floripa’. Na noite desta segunda-feira, a Secretaria de Estado da Agricultura entregou para a Federação das Empresas de Aquicultura de Santa Catarina (Feaq) o documento oficial que delimita área de cultivo. A expectativa é de que o reconhecimento seja oficializado até setembro de 2023.

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Diante da grande expectativa e importância desse reconhecimento, o Sebrae/SC realizou um evento com a presença de autoridades e com degustação de ostras para a entrega do documento da secretaria. O trabalho com esse objetivo já dura alguns anos e, quando vier o reconhecimento com o DO do Instituto Nacional de Marcas e Patentes (INPI) a região terá mais esse diferencial de reconhecimento de qualidade de produto, que ajudará a reforçar o marketing turístico.

Diversas entidades e instituições trabalham para colaborar com os estudos e informações necessárias para que o INPI faça esse reconhecimento. O cultivo do molusco foi introduzido com assistência técnica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) há 30 anos. A região com a indicação geográfica vai incluir os municípios de Florianópolis, Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José e Palhoça.

Seguindo exemplo de países europeus, entidades catarinenses buscam reconhecimento de produtos exclusivos para fortalecer a economia regional e o turismo. Até o momento, SC conta com sete indicações geográficas. Estão nesse grupo os vinhos e Espumantes de Uva Goethe - dos Vales da Uva Goethe, a Banana da Região de Corupá, Queijo Artesanal Serrano – dos Campos de Cima da Serra, Mel de Melato de Bracatinga do Planalto Sul Brasileiro, Maçã Fuji da Região de São Joaquim, Vinhos de Altitude de Santa Catarina e a Erva-mate do Planalto Norte Catarinense.

Além disso, o Sebrae/SC lidera trabalho para o Estado obter mais sete reconhecimentos sobre produtos de origem territorial. A lista inclui além das Ostras de Floripa, também o Camarão Laguna, Cachaça e Banana de Luiz Alves, Linguiça Blumenau, Alho Roxo do Planalto Catarinense e Milhos Crioulos de Anchieta.

Jonny Lindner, Divulgação
Receberam os documentos da secretaria Vinicius de Luca (E), Weickert, Pires, Costa, Nau, e Cachoeira.
(Foto: )

No evento de segunda, o diretor técnico do Sebrae/SC, Luc Pinheiro, recebeu diversas autoridades envolvidas nesse processo de reconhecimento de qualificação da maricultura. Participaram o superintendente de Turismo de Florianópolis, Vinicius de Luca; o superintendente de Pesca, Maricultura e Agricultura de Florianópolis, Adriano Roberto Weickert; o secretário de desenvolvimento econômico de Florianópolis, Juliano Richter Pires; o gerente de Pesca e Aquicultura da Secretaria de Estado da Agricultura, Sérgio winckler da Costa, secretário da Agricultura, Pesca e Aquicultura e Biguaçu, Pedro Luiz de Aquino Nau; e o presidente da Associação de Maricultores de Biguaçu, Kleber Cachoeira.

Estela Benetti

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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