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Reforma da Previdência vai priorizar redução da faixa de isenção

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Por Estela Benetti
18/06/2021 - 05h16
Plano do govenro é fazer uma reforma que
Plano do govenro é fazer uma reforma que não exija modificações no curto prazo (Foto: Divulgação)

Após o fracasso da primeira proposta de reforma da Previdência que enviou para a Assembleia Legislativa (Alesc) em 2019, o governo de Carlos Moisés analisou a situação desse setor no mundo e no Brasil, fez contas e está apresentando uma proposta que promete, no médio e longo prazo, uma despesa menor para o contribuinte do Estado. O foco será na mudança da faixa de isenção aos servidores, que hoje está em R$ 6,4 mil e passará para um salário mínimo, R$ 1.100. Assim, será possível ter uma economia de R$ 3,8 bilhões em cinco anos.

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O governo está fazendo apresentações prévias para deixar a proposta mais ajustada para enviar à Alesc na próxima semana. A nova reforma agradou os parlamentares do Estado, em evento realizado na tarde de quarta-feira com o secretário da Casa Civil, Eron Giordani.

Os parlamentares foram informados sobre os números e os desafios. Segundo Giordani, a criança catarinense que nasce hoje já tem uma dívida anual de quase R$ 1 mil para pagar aposentadorias e pensões de servidores do Estado. É um custo altíssimo com apenas 65 mil cidadãos enquanto os serviços púbicos públicos para os 7,2 milhões de catarinenses são insuficientes.

Uma preocupação do governo é o impacto da mudança de faixa de isenção para a maioria dos servidores, num momento de inflação alta como agora. Pode-se concluir que é por isso que o governador decidiu aumentar para R$ 5 mil a remuneração mensal dos professores. Na política, é possível buscar soluções, mas Santa Catarina não pode abrir mão de uma reforma da Previdência que garanta contas equilibradas. Está atrasada nisso.

O governo está fazendo apresentações prévias para deixar a proposta mais ajustada para enviar à Alesc na próxima semana. A nova reforma agradou os parlamentares do Estado, em evento realizado na tarde de quarta-feira com o secretário da Casa Civil, Eron Giordani.

Os parlamentares foram informados sobre os números e os desafios. Segundo Giordani, a criança catarinense que nasce hoje já tem uma dívida anual de quase R$ 1 mil para pagar aposentadorias e pensões de servidores do Estado. É um custo altíssimo com apenas 65 mil cidadãos enquanto os serviços púbicos públicos para os 7,2 milhões de catarinenses são insuficientes.

Uma preocupação do governo é o impacto da mudança de faixa de isenção para a maioria dos servidores, num momento de inflação alta como agora. Pode-se concluir que é por isso que o governador decidiu aumentar para R$ 5 mil a remuneração mensal dos professores. Na política, é possível buscar soluções, mas Santa Catarina não pode abrir mão de uma reforma da Previdência que garanta contas equilibradas. Está atrasada nisso.

Estela Benetti

Colunista

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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