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Desempenho na pandemia

SC avança no ranking das 1000 maiores empresas do Brasil

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Por Estela Benetti
05/10/2021 - 16h38 - Atualizada em: 06/10/2021 - 10h35
Bunge Alimentos, que tem sede ofical em Gaspar, é a maior empresa de SC, segundo o raking Valor 1000
Bunge Alimentos, que tem sede ofical em Gaspar, é a maior empresa de SC, segundo o raking Valor 1000 (Foto: Jandyr Nascimento, NSC, BD)

A rápida retomada de atividades na pandemia em 2020 ajudou Santa Catarina a avançar no ranking Valor 1000, que traz as maiores companhias do Brasil do ano passado. SC tem 51 empresas na lista, cinco a mais do que no ano de 2019, quando somou 46. A maior companhia do Estado e também da Região Sul é a gigante Bunge Alimentos e Bebidas, que tem sede oficial em Gaspar. Ela encerrou o ano na 14ª posição nacional, com receita líquida de vendas de R$ 50,519 bilhões e lucro líquido de R$ 1,621 bilhão. A BRF, dona da Sadia e Perdigão, com sede em Itajaí, ficou em segundo lugar no Estado e em 18º nacional, com receita líquida de R$ 39,470 e lucro líquido de R$ 1,139 bilhão. Em terceiro no ranking estadual e 52º nacional ficou a WEG, de Jaraguá do Sul, que obteve receita líquida de R$ 17,469 bilhões e lucro líquido de R$ 2,396 bilhões.

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A WEG, pelo oitavo ano consecutivo, conquistou a posição de melhor empresa do setor mecânico. O grupo, que tem atuação diversificada na indústria e presença global, cresce ano após ano, mostrando capacidade para se adaptar às mudanças de mercado. Seus pontos fortes agora são soluções para a indústria 4.0 (automação) e soluções para energia limpa, incluindo mobilidade elétrica para veículos.

O top 10 de Santa Catarina no ranking foi composto também pela Aurora Alimentos (4ª posição estadual e 64ª nacional), com receita de R$ 13,402 bilhões; Engie Brasil Energia (5ª estadual e 71ª nacional) R$ 12,259 bilhões; Celesc (6ª estadual e 93ª nacional) R$ 8,858 bilhões; Havan (7ª estadual e 99ª nacional) R$ 7,958 bilhões; Cooperalfa (8ª estadual e 162ª nacional) R$ 4,800 bilhões; Tupy (9ª estadual e 188ª nacional) R$ 4,258 bilhões; e a Tigre (10ª estadual e 239ª nacional) com receita líquida de R$ 3,330 bilhões.

SC ficou em segundo lugar na Região Sul ao responder por 35,4% da receita líquida de vendas da região. Em primeiro lugar ficou o Paraná com 39,1% e em terceiro o Rio Grande do Sul, com 25,5%. Em função da pandemia, chamou a atenção o avanço das empresas do agronegócio, mais fortes em SC e no Paraná. Em 2019, a Bunge foi a 17ª maior do Brasil e em 2020 subiu para 14ª posição. A BRF avançou da 21ª posição para a 18ª e a Aurora avançou de 78ª para a 64ª posição.

O ranking Valor 1000 resultou de iniciativa do jornal Valor, em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos de Finanças da Escola de Administração de Empresas da FGV-SP. Considerou principalmente a receita líquida de vendas, lucro e Ebitda, além de outros indicadores financeiros. O ranking catarinense foi organizado pelo Observatório Fiesc. 

Estela Benetti

Colunista

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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