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REUNIÃO ADIADA

Santa Catarina mantém data para vacinação de professores contra a Covid-19

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Por Evandro de Assis
20/05/2021 - 09h26 - Atualizada em: 20/05/2021 - 11h05
Blumenau alega ser possível atender Educação e pacientes com comorbidades ao mesmo tempo
Blumenau alega ser possível atender Educação e pacientes com comorbidades ao mesmo tempo (Foto: Patrick Rodrigues, BD)

Está mantida para 31 de maio a vacinação de professores contra a Covid-19 em Santa Catarina. Pedidos de antecipação apresentados por cidades como Florianópolis e Blumenau não chegaram a ser avaliados pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB) da Saúde, que adiou a reunião desta quinta-feira (20) para a próxima segunda (24). Por enquanto, o assunto nem está especificado na pauta.

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A CIB é formada por representantes do Estado e secretários municipais de Saúde. De acordo com um comunicado enviado às prefeituras, técnicos da Secretaria de Estado da Saúde estavam impossibilitados de participar do encontro agendado para esta quinta por motivos de "força maior". Isso frustrou a expectativa de que a intenção de antecipar a vacinação fosse deliberada — e autorizada de imediato.

A pauta da reunião, agora marcada para 13h de segunda, não prevê discussão específica sobre as solicitações das prefeituras. Mas o primeiro item de deliberação será a campanha de vacinação contra a Covid-19 em Santa Catarina, o que deve abrir oportunidade para que municípios levantem a discussão.

Na segunda-feira (17) passada, a CIB havia definido duas etapas de imunização dos professores no Estado: entre 11 de maio e 8 de junho, contra a gripe, e a partir de 31 de maio, contra o coronavírus. Entre uma vacina e outra, é preciso esperar um intervalo de duas semanas.

Segundo a prefeitura de Blumenau, o esquema não está funcionando, porque a procura pela vacina da gripe vem sendo baixa — justamente porque as pessoas priorizam a imunização contra a Covid-19. Blumenau e Florianópolis também alegam que há vacinas de sobra para começar a campanha na Educação. Isso porque a cobertura de pacientes com comorbidades evolui lentamente. Ou seja, seria possível atender aos dois grupos prioritários simultaneamente.

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