O empate do Avaí com o CSA em Alagoas foi um jogo cheio de histórias. Uma das marcas dessa partida é o erro da arbitragem na marcação do pênalti favorável ao CSA. Não havia como Betão tirar mais o braço da jogada. Estava na frente do peito e colado ao corpo. Erro pesado do árbitro que nem viu o lance, mas atendeu a sinalização do assistente número um.

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A segunda marca foi o tanto de tempo que o técnico Claudinei Oliveira esperou para colocar o time no ataque, com presença ofensiva. O esquema com três zagueiros não era nem pra ter sido utilizado de saída. Já era um erro na escalação. E o treinador do Avaí persistiu com esse sistema durante 51 minutos na primeira etapa. Demorou demais.

O terceiro fato marcante foi a saída de Valdívia com exame positivo para a Covid-19 no intervalo do jogo. Uma história que ainda merece apuração. 

Avaí só foi agressivo no segundo tempo

A atuação da equipe no segundo tempo é a demonstração clara de quanto o Avaí esperou demais. O time teve forte presença ofensiva. Fez 15 finalizações contra nenhuma do CSA. Buscou o empate de cara, com um minuto, e seguiu pressionado e lutando pela virada que não veio.

Renato entrou muito bem, com a individualidade dele e com as movimentações que fizeram diferença, com as diagonais entre o lateral e o zagueiro. Teve outras duas chances, mas talvez a falta de ritmo e sequência de jogos tenha pesado e feito errar.

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O Avaí desta vez merecia vencer, apesar de demorar para ser agressivo como precisava ser. Foi o time que mais buscou a vitória em campo. Só que na realidade, foi mais uma rodada que passou e o Avaí mais uma vez não conseguiu entrar na briga pelo G4.

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