“O que a gente tá fazendo aí é uma vergonha”. A frase é do meia Eduardo na saída de campo em entrevista rápida à CBN Floripa. E resume bem o que foi mais uma derrota do Avaí na Série A. Foi a quinta derrota em seis jogos com o técnico Lisca, que chegou como uma esperança de trazer mais competitividade ao time e o que se vê em campo é justamente o contrário.

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O Avaí ofereceu um belo treinamento ao Fluminense em plena Ressacada e em rodada de Campeonato Brasileiro. Foi um passeio. E o time de Fernando Diniz nem precisou apertar e acelerar o jogo. Foi tudo muito fácil para o tricolor carioca.

Já o Avaí fazia um esforço danado para produzir algo e quanto tinha chances – e teve chances – perdia os lances com péssimas finalizações. Mas foi um Avaí que enganou nos inícios de tempos. Em 10 minutos no primeiro tempo e até o terceiro gol do Fluminense, aos 17 do segundo tempo.

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Não houve competição. Longe disso. Lisca insistiu num time com quatro atacantes, esvaziando o meio de campo, que tinha somente Lucas Ventura e Bruno Silva. A tentativa era defender com duas linhas de quatro jogadores, puxando dois atacantes (Renato e Rômulo) pelos lados. Não foi isso que ocorreu. O Avaí se expôs, ofereceu espaços e o Fluminense, muito bem treinado e coordenado, tocou bola e, em muitos momentos, colocou na roda.

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Lisca não agregou nada ao Avaí. O que se esperava na chegada dele era um time mais competitivo e tentando lutar contra o rebaixamento. O que se vê em campo é um time entregue e que não consegue minimamente competir.

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