Farm é uma das marcas do grupo Azzas 2154 (Foto: Arquivo NSC Total)
Doze dias depois de sofrer a sexta baixa na diretoria desde a fusão, em fevereiro de 2024, entre Arezzo e Soma que resultou em sua criação, a Azzas 2154 anunciou nesta quarta-feira (22) mudanças na estrutura organizacional.
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A mais significativa delas é o retorno do executivo Roberto Jatahy, acionista de referência da companhia, à linha de frente, com um desdobramento por gênero da unidade Fashion&Lifestyle. Esta vertical tem sob seu guarda-chuva marcas como Farm, Animale, Reserva e Foxton, entre outras, responsáveis por metade do faturamento da companhia.
Sócio-fundador com “profundo conhecimento de todas as etapas do negócio”, destacou a Azzas 2154 em comunicado, Jatahy assume como CEO da Fashion&Lifestyle Women.
A divisão masculina da unidade será assumida porDavid Python, que já comanda as unidades Basic – que tem a blumenauense Hering como carro-chefe) e Shoes&Bags.
Python, conforme o mesmo comunicado, “possui reconhecida experiência em gestão, liderança e transformação organizacional, destacando-se pela sua capacidade de alinhar excelência operacional com desenvolvimento estratégico.
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Segundo a Azzas 2154, o objetivo das mudanças é “potencializar a geração de valor para o negócio”, buscando “a melhor alocação de talentos para este novo momento”. A separação dos negócios de moda por gênero ocorre após a saída de Ruy Kameyama da companhia.
Além da Hering: relembre outras empresas de Blumenau que foram vendidas
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A Artex foi incorporada nos anos 2000 pela Coteminas (Foto: Reprodução)
A Mega Transformadores foi comprada em 2000 pela multinacional sueco-suíça ABB (Foto: Reprodução)
A Eisenbahn foi comprada em 2008 pelo Grupo Schincariol. Depois, foi negociada com a japonesa Kirin até ser adquirida pela Heineken (Foto: Divulgação)
Em 2008 a francesa Areva, fornecedora de equipamentos de energia, comprou a Waltec, que mais tarde passaria a integrar a Schneider Electric (Foto: Patrick Rodrigues, BD)
Em 2010 a Wheb Sistemas, fabricante de softwares de gestão de saúde, foi comprada pela multinacional Philips (Foto: Patrick Rodrigues, BD)
A Dudalina foi vendida em 2013 para fundos americanos e um ano depois acabou comprada pela Restoque, hoje Veste S.A (Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total, BD)
Desde setembro de 2016 a Bermo, fabricante de válvulas e equipamentos industriais, faz parte do Grupo ARI Armaturen, da Alemanha (Foto: Divulgação)
A Baumgarten não foi vendida, mas em 2016 anunciou uma fusão com duas empresas alemãs que deu origem à All4Labels (Foto: Divulgação)
Em 2017, a CM Hospitalar, dona do Grupo Mafra (atual Viveo), anunciou a compra da Cremer (Foto: Luís Carlos Kriewall Filho, Especial, BD)
Desenvolvedora de softwares de gestão logística, a HBSIS foi comprada em 2019 pela cervejaria Ambev (Foto: Divulgação)
Em março de 2021, a Viveo comprou o Grupo FW, fabricante de lenços umedecidos e dona da marca Feel Clean (Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total, BD)
Em 2021 a Cia. Hering aceitou uma proposta de compra do Grupo Soma (Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total, BD)
Em 2021 a Hemmer foi comprada pela multinacional Kraft Heinz (Foto: Artur Moser, NSC Total, BD)
A Unimestre, que desenvolvia sistemas de gestão educacional, foi comprada em outubro de 2021 pela Plataforma A+ (Foto: Divulgação)
Em 2021 a fintech PagueVeloz aceitou uma proposta de compra feita pela Serasa (Foto: Pedro Machado, NSC Total, BD)
A agência de marketing digital A7B foi comprada em 2021 pela Adtail, empresa gaúcha do mesmo ramo (Foto: Divulgação)
Em 2021, o Laboratório Hemos foi comprado pelo Grupo Sabin, uma das principais empresas de medicina diagnóstica do Brasil (Foto: Divulgação)
Em 2021, a startup Velo foi comprada pela QuintoAndar, plataforma de moradia (Foto: Reprodução)
Em dezembro de 2021, a marca Sulfabril foi arrematada em leilão pela companhia têxtil catarinense Lunelli (Foto: Lucas Amorelli, BD)
A Movidesk, que oferece soluções tecnológicas de atendimento e suporte a clientes, foi comprada em dezembro de 2021 pela companhia gaúcha Zenvia (Foto: Divulgação)
Em 2021, a fabricante de etiquetas, tags e acessórios de moda Tecnoblu foi comprada pela canadense CCL Industries (Foto: Divulgação)