As maiores redes de supermercados de Santa Catarina venderam mais em 2025 e, com isso, subiram no mais novo ranking da Abras, a associação nacional do setor, divulgado na noite desta segunda-feira (27). O levantamento lista empresas de todo o Brasil por ordem de faturamento no último ano.
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O mais recente raio-X do segmento aponta que o Estado tem 10 redes supermercadistas entre as 150 maiores do país (veja na tabela abaixo), contra nove no ranking anterior. Destas, seis melhoraram de posição na comparação com a última pesquisa. Três caíram e uma permaneceu na mesma colocação.
Quais os maiores supermercados de SC em 2026
Fonte: Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Fotos: Arquivo NSC Total e Divulgação
O Grupo Pereira, dono das bandeiras Fort Atacadista e Comper, manteve-se na sétima posição geral, com faturamento de R$ 17,5 bilhões em 2025 – alta de 14,38%. Logo na sequência, surge o Grupo Koch, que opera as bandeiras Komprão e SuperKoch, no oitavo lugar, com faturamento de R$ 12,92 bilhões.
Do grupo catarinense no Top 150, o Koch foi quem mais cresceu em 2025 – alta de 25% no faturamento. O resultado foi impulsionado por uma política agressiva de novas inaugurações. Com isso, a companhia subiu da 10ª para a 8ª colocação nacional.
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Outras redes que subiram no ranking
Ainda na relação das redes que subiram degraus no ranking da Abras estão o Giassi (de 27º para 26º), o Grupo Passarela (de 39º para 38º), o Grupo Top (de 82º para 81º), a Superviza (de 96º para 90º) e o Supermercados Carol (de 152º para 150º), que retornou ao Top 150.
Por outro lado, Angeloni (de 30º para 31º), Mundialmix (de 36º para 39º), dono das bandeiras Imperatriz e Brasil Atacadista, e Archer (de 92º para 95º) perderam posições. Essas três redes faturaram mais em 2025, mas com crescimento menor em relação a outros concorrentes.
Juntas, as 10 redes catarinenses de supermercados no Top 150 brasileiro faturaram R$ 48,4 bilhões em 2026, com crescimento médio de 15%. Em números absolutos, as empresas adicionaram R$ 6,3 bilhões às receitas de 2025, quando o somatório foi de R$ 42,1 bilhões.
Aliás
Duas importantes redes varejistas com forte atuação no Estado não apareceram no ranking da Abras, mas têm números que as credenciariam a estar no Top 150. O Bistek já há algumas edições não tem informado os seus números à pesquisa.
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Já a Cooper, que bateu R$ 2 bilhões em vendas em 2025, enquadra-se como cooperativa de consumo e, por isso, não é considerada oficialmente uma rede supermercadista.











