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O erro do Avaí na temporada

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Roberto
Por Roberto Alves
02/12/2019 - 14h55 - Atualizada em: 03/12/2019 - 09h04
Alberto Valentim
Foto: Tiago Ghizoni

Domingo após o jogo contra o Fluminense ficamos sabendo que o Avaí jogou a toalha com a saída do técnico Alberto Valentim. O substituto Evando deixou isso bem claro em entrevista coletiva — que, aliás estão cada vez mais enfadonhas —.

Explico.

Tenho pena do profissional que é obrigado a dar explicações sem ter nenhuma para dá-las. É o caso. Cumpre uma obrigação de funcionário e ex-atleta do clube. Pegou o bonde andando e fez de tudo para tentar salvar o time de uma situação já insustentável.

O Erro

Perguntam e as vezes até afirmam que foi mais um equívoco ter colocado o Avaí nas mãos de Evando, ainda inexperiente para uma Série A.

Queriam o que? Contratar um profissional experiente do mercado brasileiro não salvaria o time. O erro foi a vinda de Valentim, indicado pelo Geninho, e que veio ditar normas para um  projeto pessoal. Usou o Avaí como laboratório e na primeira oportunidade se mandou.

Não acrescentou nada. Pelo contrário.

Cedo demais

Havia chance de recuperação? Matematicamente sim, mas com a qualidade do time e o futebol que jogou, não.

Onde está a culpa de Evando?

Amor ao clube

Ninguém pode negar o sentimento de Evando pelo Avaí desde quando era atleta. Ninguém mais do que ele queria ter saído dessa por cima. Ele seria o maior beneficiado e com visibilidade nacional para o futuro.

Nas entrevistas, sempre procurou ressalvar o clube enaltecendo a história e o futuro do Avaí. Não há do que reclamar, a não ser da montagem do grupo para a Série A. Que, aliás, não existiu.

E agora?

Há muito tempo estamos pedindo uma palavra da diretoria do Avaí para um balanço da Série A.

Nada.

Apenas o técnico Evando deu a cara a tapa. O que vai acontecer, o futuro do futebol, o estadual de 2020, o diretor de futebol, o novo técnico... Enfim, perguntas que o torcedor faz diariamente e não somos nós que devemos responder.

Troféu Guga Kuerten

Guga
(Foto: )

A solenidade do Conselho Estadual do Esporte é realizada em conjunto com a medalha do mérito do segmento jurídico, honraria do TJD Catarinense e o Troféu Guga Kuerten de excelência e qualidade.

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Roberto Alves

Colunista

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Referência por resgatar a memória do Esporte catarinense, fatos do dia a dia e pitorescos, misturando bom humor e seriedade na dose certa.

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