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    Lockdown ainda fora dos planos em Joinville: há medidas intermediárias, diz Udo

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    Saavedra
    Por Saavedra
    27/07/2020 - 14h48
    Maior ocupação hospitalar em Joinville foi um dos motivos das novas medidas envolvendo o coronavírus
    Maior ocupação hospitalar em Joinville foi um dos motivos das novas medidas envolvendo o coronavírus (Foto: Divulgação)

    O lockdown continua fora dos planos da prefeitura de Joinville. Mesmo com as novas medidas anunciadas nesta segunda-feira, com mais restrições na ocupação de estabelecimentos comerciais, o município entende que ainda assim há margem de manobra antes de determinar o isolamento social em maior escala. “Temos medidas intermediárias”, resume o prefeito Udo Döhler. Uma das possibilidades é adoção de maiores restrições às atividades econômicas antes do fechamento.

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    O lockdown foi defendido pela Defensoria Pública de Santa Catarina em recomendação enviada há duas semanas à prefeitura de Joinville. Seria uma forma de reduzir a circulação de pessoas e evitar o agravamento da pandemia. Não foram citadas exatamente quais medidas a serem tomadas: a Defensoria se mostrou favorável à suspensão de atividades não essenciais. O Comitê Popular Solidário de Joinville, formado por um grupo de entidades, também se manifestou favorável ao lockdown, citando a paralisação de atividades não essenciais, com defesa da suspensão do transporte coletivo e fechamento de estabelecimentos.

    No entendimento da prefeitura, lockdown seria uma situação de restrição semelhante à determinada pelo governo do Estado em 17 de março e estendida, com flexibilizações, até o final de abril. Além da suspensão do transporte coletivo, estabelecimentos comerciais (incluindo bares e restaurantes) estiveram fechados. A suspensão das aulas presenciais, assim como a proibição de eventos e shows, entre outras reuniões públicas, se mantém até hoje.

    NOVO DECRETO

    O governo Udo entende que a possibilidade de aplicação de multas de forma imediata, entre outras punições, deverá colaborar no atendimento das medidas de prevenção. O decreto desta segunda-feira trouxe novas regras sobre as punições. Mas a prefeitura insiste em colaboração da população. “Não há como a fiscalizar atender a tudo”, diz Udo. No decreto, foi citada a necessidade de ampliação das medidas de distanciamento por causa da maior demanda hospitalar com a pandemia.

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